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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Achei o máximo - BOLO NO VIDRO -

COMPARTILHANDO COISAS BOAS E SUPER INTERESSANTES


Vejam que maravilha de ideia. eu sinceramente nunca tinha visto isso. Mas como minha vovó sempre me dizia - " Vivendo e aprendendo" -
A receita recebi por e-mail. Só que não consegui ver a foto dos bolos no vidro. Mas minha curiosidade é maior que eu mesma, e pronto eis que encontrei o Blog de Úrsula, um espaço encantador e com muitas e ótimas coisinhas para nos ensinar. Clique aqui e conheça esse espaço fantático eu adoreiiiiiiiii....! Pois "A Conversa Chegou à Cozinha " bem sugestivo não?



A Receitinha::..






BOLO NO VIDRO


Ingredientes

para 4 unidades

4 vidros próprios para conserva, com tampa, com capacidade para 1,5 litro (veja foto)
4 colheres de sopa de farinha de rosca
200 g damascos
250 g manteiga em ponto de pomada
200 g açúcar
1 pacote de açúcar de baunilha (8 gramas)
2 colheres de sopa de casca de laranja ralada
4 ovos
200 g trigo + 1 colher de sopa
50 g reforçador de trigo
2 colheres de sopa rasas de fermento químico
125 ml suco de laranja

Modo de Preparo
1. Unte os vidros e enfarinhe com a farinha de rosca. Limpe bem as bordas do vidro, para poder fechá-lo posteriormente. Mantenha os vidros em local fresco.Corte os damascos em cubos, polvilhe com um pouco de farinha e misture bem.

2. Bata a manteiga até ficar bem cremosa, some o açúcar, a baunilha e a casca de laranja ralada. Acrescente as gemas, uma de cada vez, batendo sempre. Desligue a batedeira, acrescente 200 g de trigo, reforçador, fermento e o suco de laranja.
Misture tudo muito bem com o auxílio de um fuê. Misture por último os damascos.

3. Distribua a massa nos vidros, de forma que 2/3 do vidro fiquem preenchidos. Leve para assar (sem tampa) em forno pré-aquecido a 180 graus por 35-40 minutos.

Enquanto assa, deixe os anéis de borracha dos vidros de molho em água fria.

Quando os bolos estiverem assados, retire do forno e vede imediatamente os vidros, com a borracha e a tampa. Desta forma o bolo tem sua durabilidade bastante aumentada.

Deixe esfriar sobre uma grade. Para servir, vire sobre o prato de bolo.

É também uma excelente (e diferente) idéia para presente.


Está receita acompanha um video
assista aqui




Boa e linda tarde pra você!

Cheia de luz, paz e muito amor no Senhor nosso Deus!
Rosane!


quarta-feira, 3 de junho de 2009

CURIOSIDADE E RECEITINHAS

Experimente essas receitas e conheça esse maravilhoso e apaixonado por culinária assim como eu, Anacreon Téos nesse Site clique aqui.



O TOMATE E MUITO MAIS



POR Anacreon de Téos



Difícil imaginar uma refeição sem tomate. Seja como base de molhos, componente de saladas ou acompanhamento, o tomate é praticamente onipresente em nossa alimentação. Nem sempre tem como brilhar sozinho, mas também pode tornar-se astro principal de alguns interessantes cardápios.

Originário do Peru/Equador, onde, há séculos, era cultivado pelos incas como alimento, o tomate tem seu nome derivado ou das palavras astecas "ximate", "zitomate" e "tumate" ou ainda da palavra mexicana "tomati". A planta foi levada para a Espanha e para a Itália no início do século XVI, quando foi mencionada pela primeira vez na Europa por um homem italiano que chamou o fruto de pomo d'oro (maçã de ouro).

O consumo de tomates teve uma escala maior no final do século XIX e hoje ele pode ser considerado a segunda hortaliça mais cultivada no mundo, depois das batatas. A boa aceitação de pratos mediterrâneos como a pizza e a macarronada também contribuiu para o aumento do consumo de tomates e molhos nas últimas décadas.

E é na vertente onde ele mais se dá bem. Exemplo é o Calzone Vesúvio, que Mário Niclevicz criou para a Di Piú Pizzaria e com o qual concorre no "Brasil Sabor". A massa de pizza dobrada é recheada com ricota, presunto, cogumelos, espinafre e tomate seco, resultando em interessante combinação de sabores.

E nas massas, então? Da Cozinha Experimental Petybon vem a dica do Spaghetti com tomates confitados, com o lento cozimento dos tomates com alho, tomilho, alecrim e orégano para chegar ao saboroso molho. Processo semelhante é a base da Lasanha de tomate assado, ricota e parmesão, receita cedida pela marca Dona Benta. Em vez do coadjuvante no molho, o tomate brilha e aparece em primeiro plano, chamando para si o sabor principal do prato.

Com risoto, duas combinações diferentes. Na receita de Risoto de rúcula e tomate seco, os sabores se completam e dividem o paladar do prato. Para acompanhar um Namorado grelhado ao molho de laranja, um Risoto de ostras com tomatinhos que dão o que falar e brilham à mesa com o resultado final.

E se foi bem com peixe, o tomate também faz boa base para o frango, como se pode saborear nessa contribuição da Culinária Unilever, Filé de frango com molho de tomate e cebola, de fácil execução e interessante para sofisticar a cozinha do dia-a-dia.

Mas se for para retirar outros sabores possíveis do cozimento do tomate e dispor deles sempre que necessário, dá para se fazer um Chutney de tomate, que pode permanecer guardado para utilização com carnes ou o que for conveniente. O tomate é cozido lentamente, com especiarias e leva um toque agridoce inconfundível dos chutneys.

Variações, portanto, são inúmeras. Das mais simples às mais sofisticadas, valorizando esse produto de tão fácil acesso e ao qual às vezes não damos a devida importância. Vamos a ele, então?

Bom apetite!

Calzone Vesúvio

Por Mário Niclevicz, da Di Piú Pizzaria

Domingos Salerno

Ingredientes

500 g de massa de pizza

200 g de queijo tipo mussarela ralada

150 g de ricota fresca

150 g de presunto cortado em tiras

100 g de requeijão cremoso

100 g de champignon fatiados

100 g de folhas de espinafre fresco

15 g de orégano

120 g de tomates secos picados

50 g de queijo parmesão

80 ml de molho de tomate

Preparo:

Coloque em uma forma todos os ingredientes, exceto o molho e o queijo parmesão, leve ao forno para gratinar. Retire e misture delicadamente, retorne ao forno para terminar de gratinar.

Abra o disco de massa em forma oval e espalhe o recheio. Coloque as folhas de espinafre por cima, formando uma meia lua.

Feche o disco e dobre bem as bordas, pincele com molho de tomate e salpique com parmesão e mussarela, leve ao forno até a massa ficar dourada e assada.

Regue com azeite de oliva extra virgem antes de servir.

Rendimento: 6 porções.

Di Piu Pizzaria


Chutney de tomate



Ingredientes:

½ kg de tomates maduros

125 g de maçã

125 g de cebola

200 g de uvas-passas escuras

1 pitada de mostarda em pó

1 pitada de "5 epices" (anis, coentro, erva-doce, cominho e canela)

1 pitada de noz-moscada

1 pitada de páprica

4 sementes de cardamomo

1 pitada de pimenta de caiena

1 pitada de sal

175 g de açúcar mascavo

250 ml de vinagre de vinho branco

2 colheres (sopa) de mel

Modo de fazer:

Pele os tomates e corte-os em pedaços.

Descasque a maçã, retire as sementes e corte-a em pedaços pequenos.

Pique a cebola.

Sue as cebolas em banho-maria, sem qualquer gordura. Junte os tomates e a maçã e deixe reduzir, mexendo, em fogo alto, por 5 minutos.

Adicione os demais ingredientes, misture bem e leve ao fogo, deixando cozinhar pelo tempo necessário para ganhar consistência.

Guarde em vidro esterilizado.

Rendimento: 1 vidro.


Filé de frango com molho de tomate e cebola

Da Culinária Unilever



Ingredientes:

½ kg de filé de frango cortado em bifes grossos

½ colher (chá) de sal

1 pitada de pimenta-do-reino

3 colheres (sopa) de molho de soja (shoyu)

1 colher (sopa) de molho de mostarda Hellmann's Pic

1 colher (sopa) de azeite de oliva

½ xícara de vinho branco

½ xícara (chá) de água fervente

1 tomate médio, sem sementes, picado

1 cebola pequena cortada em rodelas finas

1 frasco (250 g) de maionese Hellmann's light

Modo de preparo:

Em uma tigela média, junte o frango, o sal, a pimenta, o molho de soja e o molho de mostarda Hellmann's Pic. Misture.

Em uma panela grande, aqueça o azeite em fogo médio e doure o frango.

Junte o vinho branco. Cozinhe o frango com a panela tampada, mexendo de vez em quando, por 10 minutos ou até ficar macio. Retire o frango e transfira para uma travessa. Reserve.

Na mesma panela, junte a água, o tomate e a cebola. Cozinhe em fogo médio por 5 minutos, mexendo de vez em quando, ou até murchar a cebola.

Acrescente a maionese Hellmann's light e mexa até formar um molho homogêneo.

Espalhe sobre o frango e sirva em seguida.

Rendimento: 4 porções.


Lasanha de tomate assado, ricota e parmesão

Receita cedida pela marca Dona Benta



Ingredientes:

4 kg de tomates maduros, cortados ao meio e sem sementes

3 dentes de alho picados

4 colheres (sopa) de azeite

2 colheres (sopa) de açúcar

1 colher (café) de orégano

1 colher (café) de tomilho

1 colher (sopa) de sal

3 xícaras (chá) de ricota amassada

1 xícara (chá) de parmesão ralado

½ embalagem de Macarrão de Sêmola com Ovos para Lasanha Dona Benta

Modo de preparo:

Tempere o tomate com alho, azeite, açúcar, orégano, tomilho e sal. Distribua em duas assadeiras grandes e asse em forno médio (190ºC), preaquecido, por 45 minutos ou até que murchem bastante.

Enquanto isso, cozinhe a lasanha Dona Benta conforme instruções da embalagem e reserve.

Retire os tomates do forno, espere amornar e pique. Corrija o tempero, se necessário, e reserve.

Montagem:

Em um refratário médio, espalhe uma camada de pasta de tomate, uma de massa, espalhe ricota e salpique ¼ de xícara (chá) de parmesão. Repita o procedimento até acabarem os ingredientes, finalizando com pasta de tomates e parmesão.

Cubra com papel alumínio e leve ao forno por cerca de 30 minutos.

Rendimento: 8 porções

SAC Dona Benta: 0800 726 2020
Site: www.donabenta.com.br


Risoto de ostras com tomatinhos

Anacreon de Téos

Ingredientes:

360 g de arroz arbóreo

½ cebola picada

½ copo de vinho branco seco

1 litro de caldo de peixe

1 dúzia de ostras

2 colheres (sopa) de azeite de oliva

15 tomates-cereja

2 colheres (sopa) de manteiga

Modo de preparo:

Cozinhe as ostras em retire das cascas. Aqueça o azeite e refogue-as rapidamente. Junte os tomatinhos cortados ao meio e refogue por mais alguns minutos. Reserve.

Aqueça 1 colher de manteiga e refogue a cebola até murchar. Junte o arroz e em seguida o vinho branco. Deixe evaporar e junte 3 conchas de caldo de peixe. Continue o cozimento acrescentando o caldo aos poucos até terminar.

Quando estiver quase pronto, após cerca de 18 minutos, junte as ostras e a manteiga restante.

Sirva em seguida.

Rendimento: 4 porções.


Risoto de rúcula e tomate seco



Ingredientes

1 ½ xícara de arroz

caldo de legumes suficiente para cozinhar o arroz

2 dentes de alho (grandes)

salsinha

manjericão

sal e pimenta a gosto

1 maço pequeno de rúcula picada

100 g de tomate seco

1 colher sopa de azeite de oliva extra virgem

1 xícara (café) de vinho branco seco

½ cebola picada bem fina

1 colher sopa de manteiga

2 colheres de extrato de tomate

150 g de mussarela ralada grossa

Modo de preparo:

Em uma panela, refogue a rúcula e o tomate seco no azeite. Junte um pouco do vinho branco, deixe evaporar e reserve. Doure a cebola em metade da manteiga, acrescente o arroz e refogue por alguns minutos. Adicione o restante do vinho branco e deixe evaporar em fogo alto. Junte o caldo de legumes. À medida que o arroz for secando, coloque mais caldo. Retire do fogo e junte a rúcula, o tomate seco, o restante da manteiga e a mussarela. Misture bem e sirva.

Rendimento: 4 porções.


Spaghetti com tomates confitados

Da Cozinha Experimental Petybon



Ingredientes:

1 kg de tomate-cereja

2 dentes de alho picados

1 colher (café) de folhas de tomilho fresco

½ colher (café) de folhas de alecrim

1 colher (café) de orégano fresco

Pimenta-do-reino a gosto

1 colher (sobremesa) de sal

2 colheres (sopa) de açúcar

½ xícara (chá) de azeite de oliva extravirgem

1 embalagem de massa de sêmola de grado duro Petybon Spaghetti Integrali

10 azeitonas pretas inteiras

1 colher (chá) de folhas de manjericão picadas

Modo de preparo:

Tempere o tomate com o alho, o tomilho, o alecrim, o orégano, a pimenta, o sal e o açúcar. Passe para uma assadeira grande, regue com o azeite e asse em forno médio (180º C), preaquecido, por cerca de 15 a 20 minutos. Reserve.

Cozinhe a massa Petybon Grano Duro Integrali. Para cada 100 g de massa, adicione um litro de água com sal. Ferva a água, adicione a massa e mexa. Quando a água voltar a ferver, cozinhe por 7 a 9 minutos. Escorra bem a massa e passe para um recipiente grande e raso para esfriar.

Em uma panela, aqueça o tomate reservado com o seu molho, acrescente a massa cozida, as azeitonas, o manjericão e misture bem. Acerte o tempero, se necessário, e sirva imediatamente.

Rendimento: 6 porções.

SAC Petybon
Caixa Postal 60049, CEP 05033-970 - São Paulo/SP
Fone: 0800 726 6060
Site: www.petybon.com.br


UMA BOA E LINDA TARDE A TODOS!

ROSANE!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Pavê de Calabresa - São Benedito -

Eu fiz ontem para o almoço de domingo.
Na sexta-feira meu esposo foi fazer a barba e sentado na cadeira esperando sua vez, tomou nota da receita que estava sendo apresentada no Programa da Ana Maria ""MAIS VOCÊ"".
Quando chegou em casa foi direto para o PC entrou no Site da Globo e pronto o almoço de domingo já estava decidido.

Podem fazer ficou maravilhoso, servi com macarrão caseiro, mas também fiz arroz e uma salada verde bem variada, mas pode ser serido somente ele, pois é uma refeição completa.

Faça também!






Pavê de calabresa


Ingredientes::-


- 3 gomos de calabresa sem pele e cortada em rodelas bem
finas
- 2 tomates sem pele e sem sementes picados
- 1 cebola grande cortada em tiras
- 1 xícara (chá) de azeitonas verdes picadas
- salsinha picada a gosto
- 1 litro de leite
- 1 colher (sopa) de margarina
- 5 colheres (sopa) de amido de milho dissolvido em meia

xícara (chá) de leite
- 200 g de queijo parmesão ralado
- 1 lata de creme de leite com soro
- sal a gosto
- 300 g de queijo mussarela ralada

Modo de Preparo::-

1º - Numa tigela misture os gomos de calabresa sem pele e
cortada
em rodelas bem finas, os tomates sem pele e sem sementes
picados,
a cebola grande cortada em tiras, as azeitonas verdes picadas e
salsinha picada a gosto. Reserve.
2º - Numa panela em fogo médio coloque o leite e a margarina.
Assim que ferver, acrescente (misturando bem para não empelotar)
o amido de milho dissolvido em meia xícara (chá) de leite.
Cozinhe por uns 10 minutos ou até obter um creme bem grosso.
3º - Desligue o fogo e acrescente o queijo parmesão ralado, a
lata de creme de leite com soro e sal a gosto. Transfira este
creme para um refratário redondo (com 29 cm de diâmetro) untado
com margarina.
4º - Cubra o creme com o queijo mussarela ralada, espalhe a
mistura feita com a calabresa e leve ao forno pré-aquecido a
175º
C por +/- 35 minutos ou até que a calabresa esteja dourada.

fonte aqui



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Curiosidade da vovó



Você sabia que São Benedito é o padroeiro dos cozinheiros(as)???

Conheça a história de sua vida




O Santo Negro, São Benedito



É da tradição cristã católica a devoção aos santos. Existem hoje, interrogações sobre esta realidade. O que significa ser Santo? Creio que para responder a esta e outras interrogações o Concílio Vaticano II, na constituição Lumem gentium, se preocupou em dar aos cristãos um conteúdo teológico para aprofundar o sentido e o entendimento de santidade, assim nos diz: Nós cremos que a Igreja, cujo mistério é exposto no sagrado Concílio, é indefectivelmente santa. Na verdade, Cristo, Filho de Deus, que com o Pai e o Espírito Santo é proclamado “o único Santo”,1 amou a Igreja como sua esposa, entregando-se a si mesmo por ela a fim de a santificar (cf. Ef 5,25-26); uniu-a a si como seu corpo e enriqueceu-a com o dom do Espírito Santo, para a glória de Deus. Por isso, todos na Igreja, quer pertençam a hierarquia, quer sejam dirigidos por ela, são chamados à santidade segundo a palavra do Apóstolo: “Esta é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1Ts 4,3; cf. Ef 1,4) (cf. LG 39). O concilio afirma que, ser santo é estar unido a Cristo, por causa de sua mais íntima união com Cristo, os bem-aventurados consolidam toda a Igreja na santidade (cf. LG 49). Para alcançarmos a santidade, a Igreja abre o seu coração, e pelo sacramento do batismo quer acolher todas as pessoas. O batismo é a porta de entrada no caminho da santidade cristã, por ele somos incorporados a pessoa de Jesus Cristo, e formamos o corpo mistico dele, que é a Igreja.
Com efeito, a graça pela qual, no início de sua fé, um homem se torna cristão, é a mesma pela qual esse homem, desde sua origem, foi feito Cristo. Assim pelo mesmo Espírito renasceu aquele cristão e nasceu este o Cristo. Pelo Espírito, faz-se em nós a remissão dos pecados, por esse mesmo Espírito que fez com que o Cristo não tivesse pecado algum. Deus teve a presciência de que faria tais coisas. Esta é portanto, a predestinação dos santos, aquela que refulge ao máximo no Santo dos santos (cf. Santo Agostinho – LH p 397).
As solenidades, festas e memórias dos santos (as) formam no ano litúrgico uma nova coroa de celebrações em torno do mistério de Cristo (cf. SC 104;111;LG50). Dentre as festividades do ano litúrgico temos a festa de São Benedito, que após a solenidade de Nossa Senhora Aparecida, a Negra Mariama, é uma das mais concorridas pela Comunidade Afrobrasileira. No dia 4 de abril deste ano completaram-se 419 anos de sua morte.
Quem foi São Benedito? Foi pastor de ovelhas e lavrador. Aos 18 anos de idade já havia decidido consagrar-se ao serviço de Deus e aos 21 um monge dos irmãos eremitas de São Francisco de Assis o chamou para viver entre eles. Fez votos de pobreza, obediência e castidade e, coerentemente, caminhava descalço pelas ruas e dormia no chão sem cobertas. Era muito procurado pelo povo, que desejava ouvir seus conselhos e pedir-lhe orações.
Cumprindo seu voto de obediência, depois de 17 anos entre os eremitas, foi designado para ser cozinheiro no Convento dos Capuchinhos. Sua piedade, sabedoria e santidade levaram seus irmãos de comunidade a elegê-lo Superior do Mosteiro, apesar de analfabeto e leigo, pois não havia sido ordenado sacerdote. Seus irmãos o consideravam iluminado pelo Espírito Santo, pois fazia muitas profecias. Ao terminar o tempo determinado como Superior, reassumiu com muita humildade mas com alegria suas atividades na cozinha do convento.
Sempre preocupado com os mais pobres do que ele, aqueles que não tinham nem o alimento diário, retirava alguns mantimentos do Convento, escondia-os dentro de suas roupas e os levava para os famintos que enchiam as ruelas das cidades. Conta à tradição que, em uma dessas saídas, o novo Superior do Convento o surpreendeu e perguntou: “Que escondes aí, embaixo de teu manto, irmão Benedito?” E o santo humildemente respondeu: “Rosas, meu senhor!” e, abrindo o manto, de fato apareceram rosas de grande beleza e não os alimentos de que suspeitava o Superior.
É importante lembrar a todos (as) de que os festejos de São Benedito só tem sentido para nós cristãos católicos, por que, está ligado ao mistério da páscoa de Cristo. É pelo testemunho de amor e o desejo único de servir aos irmãos e seguir a Cristo mais de perto, que celebramos São Benedito. E ele que nos ensina acolher aos mais pobres, os preferidos de Deus. É por isto, que ele é o Santo Negro. Em sua negritude ele acolheu as palavras de Jesus no evangelho “daí-lhes vós mesmos de comer”.
Portanto, os festejos de São Benedito espalhados pelo Brasil, reúne cristãos e devotos de todos os lados. A tradição popular consagrou-o como patrono dos cozinheiros. Sua festa adquire um rosto próprio expressando em cada cidade deste país uma maneira originária de celebrar a fé no ressuscitado, com festa, dança, o colorido e muita alegria proprios da Comunidade Negra. Veja a seguir algumas danças próprias da festa de São Benedito.
O Moçambique é uma dança de origem africana, com versos em louvor a São Benedito. É constituído por 12 pares de dançarinos, o mestre, contramestre, o rei, rainha, general, capitão, as damas e o grupo de tocadores.
Ticumbi - Dança dramática, de origem africana, cultuada especialmente no norte do Espírito Santo, principalmente nas cidades de São Mateus e Conceição da Barra. Esta dança é composta por um determinado número de negros e se realiza no dia de São Benedito. Da dança faz parte uma encenação que conta com os seguintes personagens: o rei Congo, o rei Bamba, seus secretários respectivos e o corpo de baile de cada nação, representando os guerreiros. O enredo do auto se desenvolve em torno da disputa entre os dois reis que querem fazer, separadamente, a festa de São Benedito.
Marujada - Uma das mais tradicionais festas populares do Pará, a Marujada, em louvor a São Benedito, reúne beleza e música em um espetáculo de cores. Trata-se de um auto dramatizado, onde predomina o canto sobre a dança. Há uma origem comum entre a Marujada de Bragança e a Irmandade de São Benedito. Quando os senhores brancos atenderam ao pedido de seus escravos para a organização de uma Irmandade, foi realizada a primeira festa em louvor a São Benedito. Em sinal de reconhecimento, os negros foram dançar de casa em casa para agradecer a seus benfeitores.
Jongo é dança de origem banto, do mesmo tronco do batuque, ambos ancestrais do samba e do pagode, que resiste em alguns pontos do Vale do Paraíba. Em Taubaté, São Luís do Paraitinga, Pindamonhangaba e Cunha, encontram-se os últimos redutos de jongueiros do Vale Paulista, no momento, em fase de revivescência. Estruturado em roda, em torno de uma fogueira que ajuda a manter a afinação dos tambores, acontece hoje em praças públicas, da mesma forma que, outrora, acontecia nos terreiros. Com ela, os participantes homenageiam São Benedito e os nossos antepassados negros.
Dança de Congos, também chamada Congadas. É de origem autenticamente africana. Esta dança geralmente fazia parte das comemorações festivas de Nossa Senhora do Rosário e de São Benedito. A Dança de Congos é de característica dramática e a indumentária colorida associada ao uso de espadas, simboliza a luta entre dois potentes africanos, um representando a nação do Rei de Portugal, o dominador e o outro representando a nação do Rei Congo (ou seja, a África negra dominada) .
São Benedito, de grande devoção popular, é festejado em muitas cidades, como Aparecida, onde se reúnem grupos folclóricos, entre Moçambiques, Congadas, Marujadas, Catopés (variante de Congada), além dos Cabeções. Participa ainda a Cavalaria de São Benedito: desfile de cerca de 500 cavaleiros, vestidos de branco, montando cavalos escolhidos. As procissões que conduzem a imagem do santo são acompanhadas pelos grupos que cantam e dançam sua própria música.
Esta é uma das festas da tradição popular em que os padres e agentes de pastoral, deveriam olhar com carinho para que o evangelho de Jesus chegue a todos os corações e ai possam ver se realizando o processo de inculturação da fé e da liturgia.

Pe. Guanair da Silva Santos
Rio Novo - 02.10.08
Fonte aqui
Boa semana a todos(as)!
Rosane!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Hoje é dia dos Santos Reis



Hoje em minha família por tradição é dia comermos Lentilhas.

Aqui em casa não comemos lentilhas na passagem do ano como todos fazem por pura superstição, ou seja para ganhar dinheiro no ano que se inicia ou para ter mais sorte, ou mais ns coisinhas que a tradição popular cria. Ma hoje também não a comemos por pura suprstição e sim apenas para lembrarmos a Epifania do Senhor que quer dizer "manifestação do Senhor. Com o nascimento de Jesus,Deus manifesta o seu desejo a todos os homens. Vontade de ter novamente os seus filhos ao seu lado, vontade de por em prática o seu Plano de Amor e de Salvação".

Minha avó Uma bela e linda Italiana foi quem nos deixou e nos ensinou a preparar uma bela e saborosa lentilha.

Gostaria que todos experimentassem a a receitinha que vovó nos ensinou.


Lentilhas de Reis com linguiça calabreza da vovó Regina

Ingredientes::-

meio pacote de lentilhas secas (250 gr)
2 gomos de linguiça calabresa (pequenos)
Bacon (em quadradinhos)
cebola (picadinha "cebola média")
alho (4 dentes )
louro (3 folhas grandes)
tomates (duas unidades)
sal a gosto
pimenta dedo de moça sem sementes (uma unidade)
Salcinha e cebolinha


Modo de preparar::-

Cozinhar as lentilhas em panela de pressão (fogo baixo) para não espumar.
Depois de cozidas preparar um refogado com todos os temperos, como se fosse temperar um feijão ou::- DOURAR O BACON, ACRESCENTAR O ALHO, A CEBOLA, O LOURO ,A PIMENTA CORTADINHA E OS TOMATES E TAMBÉM AS LINGUIÇAS EM QUADRADINHOS E DEITAR AS LENTILHAS COZIDAS.


Servir em seguida salpicando com a cebolinha e salcinha picadinhas com fatias de pão torrado e pasta de alho e manteiga.




Curiosidades da vovó::-


Dia de Reis

O Dia de Reis celebra-se a 6 de Janeiro.
Assinala a data em que os três Reis Magos (Gaspar, Belchior - ou Melchior - e Baltasar) foram visitar a dar oferendas ao Menino Jesus.Deram-lhe ouro, incenso e mirra.
Em alguns países, especialmente nos países hispânicos, é tradição dar as prendas (de Natal) às crianças neste dia.
Em Portugal nesta altura cantam-se as Janeiras, come-se bolo-rei e as crianças representam a história dos Reis Magos.


Os três Reis Magos

Num país distante viviam três homens sábios que estudavam as estrelas e o céu. Um dia viram uma nova estrela muito mais brilhante que as restantes, e souberam que algo especial tinha acontecido.
Perceb
eram que nascera um novo rei e foram até ele.
Os três reis magos, Gaspar, Melchior e Baltazar, levavam presentes, e seguiam a estrela que os guiava até que chegaram à cidade de Jerusalém.
Aí perguntaram pelo Rei dos Judeus, pois tinham visto a estrela no céu.
Quando o rei Herodes soube que estrangeiros procuravam a criança, ficou zangado e com medo. Os romanos tinham-no feito rei a ele, e agora diziam-lhe que outro rei, mais poderoso, tinha nascido?
Então, Herodes reuniu-se com os três reis magos e pediu-lhe para lhe dizerem quando encontrassem essa criança, para ele também a ir adorar.
Os reis magos concordaram e partiram, seguindo de novo a estrela, até que ela parou e eles souberam que o Rei estava ali.
Ao verem Jesus, ajoelharam e ofereceram-lhe o que tinham trazido: ouro, incenso e mirra. A seguir partiram.
À noite, quando pararam para dormir, os três reis magos tiveram um sonho. Apareceu-lhe um anjo que os avisou que o rei Herodes planeava matar Jesus.
De manhã, carregaram os camelos e já não foram até Jerusalém: regressaram à sua terra por outro caminho.
José também teve um sonho. Um anjo disse-lhe que Jesus corria perigo e que ele devia levar Maria e a criança para o Egipto, onde estariam em segurança. José acordou Maria, prepararam tudo e partiram ainda de noite.
Quando Herodes soube que fora enganado pelos reis magos, ficou furioso. Tinha medo que este novo rei lhe tomasse o trono.
Então, ordenou aos soldados para irem a Belém e matarem todos os meninos com menos de dois anos. Eles assim fizeram.
As pessoas não gostavam de Herodes, e ficaram a odiá-lo ainda mais.
Maria e José chegaram bem ao Egipto, onde viveram sem problemas.Então, tempos depois, José teve outro sonho: um anjo disse-lhe que Herodes morrera e que agora era altura de regressar com a família a Nazaré à sua casa.
Depois da longa viagem de regresso, eles chegaram enfim ao seu lar.
Fonte:
http://www.junior.te.pt/





O Dia de Reis, segundo a tradição cristã, seria aquele em que Jesus Cristo recém-nascido recebera a visita de "uns magos" que, segundo o hagiológio foram três Reis Magos, e que ocorrera no dia 6 de janeiro.
Histórico
A data marca, para os católicos, o dia para a adoração aos Reis, que a tradição surgida no século VIII converteu nos santos Belchior, Gaspar e Baltazar. Nesta data, ainda, encerram-se para os católicos os festejos natalinos - sendo o dia em que são desarmados os presépios e por conseguinte são retirados todos os enfeites natalinos.
Tradições
Em alguns países, como Espanha e Portugal, é estimulada entre as crianças a tradição de se deixar sapatos na janela com capim antes de dormir para que os camelos dos Reis Magos possam se alimentar e retomar viagem. Em troca os Reis magos deixariam doces que as crianças encontram no lugar do capim após acordar.
Fonte: pt.wikipedia.org
Feliz dia de Dos santos Reis para todos(as) que por aqui passam!
Rosane!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Tudo sobre o- BARREADO -

A cultura popular brasileira tem criado coisas especiais em todas as áreas, mas, principalmente, na culinária. Pratos populares como a feijoada, arroz tropeiro, vatapá e tutu à mineira são iguarias apreciadas dentro e fora do país. Na lista não pode faltar o Barreado, uma das mais requintadas criações da cozinha típica nacional.

Trata-se de um prato simples e ao mesmo tempo exótico, cultivado há mais de 200 anos por caboclos das encostas da Serra do Mar, no litoral do Paraná.

Durante mais de século foi consumido apenas por moradores nativos das cidades de Antonina e Morretes. Primeiramente, por ocasião da festa do entrudo, que deu origem ao Carnaval. Depois, nas celebrações religiosas, que até hoje atraem milhares de pessoas àquelas bucólicas cidades com o propósito único de comer Barreado. Somente no início dos anos 70 foi que esta delícia da culinária artesanal ganhou status e subiu a serra, passando a fazer parte do cardápio de sofisticados restaurantes de Curitiba.

Comer o Barreado é um ritual para personalidades e visitantes ilustres que chegam à capital paranaense nos dias atuais. Hoje, existem restaurantes servindo o Barreado na região Norte do País e até nos Estados Unidos. Nas festas típicas portuguesas que acontecem no litoral de Santa Catarina, o Barreado é bastante consumido.

Há quem afirme que o prato tem propriedades afrodisíacas. Isto pode não ser verdade, mas o fato é que o Barreado produz um efeito estimulante em quem o degusta. Diz a lenda que os caboclos dançavam dia e noite durante toda a festa do entrudo sem se deixar abater pelo cansaço. Quando não agüentavam mais, comiam Barreado e voltavam à farra ainda mais animados. A bebida pouco fazia efeito frente à energia que obtinham quando se alimentavam de Barreado.

Segundo os apreciadores, este é um prato para ser saboreado aos poucos, devagar, sem a menor pressa. Seu sabor é especial e inconfundível. Comer o Barreado uma vez significa apreciá-lo para o resto da vida. A grande dificuldade para a massificação do Barreado é o seu tempo de preparação e cozimento, um ritual que pode levar de 16 a 24 horas.

Tentativas de reduzir este tempo com a utilização de meios modernos como a panela de pressão não surtiram bons resultados, por alterarem o sabor peculiar do prato.








A vovó procurou e encontrou...

Pra quem quiser se aventurar vou colocar aqui apenas a receita e modo de preparar o autentico Barreado, altamente saboreado nas cidades de Antonia e Morretes do Litoral do Paraná.
Mas para quem gosta de ficar por dentro da nossa cultura, vá até o Site que estará indicado abaixo e conheça tudo sobre o Barreado a origem desse delicioso prato tipicamente Paranaensse.
Pessoalmente já apreciei por diversas vezes esse Iguaria divinal, mas para se aventurar em fazer é necessário primeiro muito dedicação e amor a Arte Culinária, muita paciência e perseverança, pois trata-se de um prato difícil e muito complexo. Mas para as ou os que como eu adoram a Culinária, nada é difícil nem muito menos impossível.
Esse prato da cozinha típica brasileira corre mundo, graças as mãos abilidosas de pessoas que amam a Arte Culinária.
Confiram no site toda uma pesquisa feita por Avelar Lino dos Santos, a quem agradeço muito por tanta dedicação a essa maravilha pesquisa.













A receita original do Barreado

Por ser um prato muito requisitado, o Barreado passou a ser servido comercialmente por um grande número de restaurantes espalhados pelo Brasil e até no exterior. Se por um lado isto ajudou a difundir esta delícia da culinária popular brasileira, por outro fez surgir algumas variações da receita original cujo sabor final ficou aquém do legítimo Barreado. Felizmente, a autenticidade deste prato foi resgatada e isto pode ser comprovado por aqueles que saborearem a receita abaixo:



Ingredientes para 15 pessoas::-


5 quilos de carne magra sem osso (paleta ou maminha de alcatra);
500 gramas de toucinho ou bacon fatiado;
1 quilo de tomates maduros, rijos, sem pele, sem sementes e picados;
1 quilo de cebolas de tamanho médio , sem cascas, cortadas em quatro pedaços;
3 folhas de salsão ou aipo picadas;
3 pés de alho-porro picados;
1 colher de sopa de cominho em pó;
1 colher de sopa de orégano em pó;
3 maços de cheiro verde picados;
3 colheres de sopa de extrato de tomate;
5 folhas de louro;
5 colheres de sopa sal;
1 colher de sopa de pimenta-do-reino, mais ou menos;
1 cabeça de alho descascada e moída;
1 noz-moscada ralada;
4 colheres de sopa de vinagre de vinho;
3 folhas verdes e pequenas de bananeira para sobrepor ao conteúdo da panela;
2 quilos de farinha de mandioca fina para o lacre e para a mesa;
3 quilos de banana-caturra maduras e frescas;
1 vidro de pimenta malagueta para a mesa.


Recipientes utilizados::-

1 panela de barro esmaltada grande com tampa;
1 bacia para os cubos de verduras;
1 bacia para os tabletes de carne;
1 bacia para preparação do lacre da panela;
15 cumbucas pequenas de barro com tampa para servir porções individuais de Barreado;
1 cumbuca média para servir a farinha de mandioca;
15 pratos rasos e talheres (garfos, facas, colheres, guardanapos, etc.).




Dicas importantes para se fazer um bom Barreado

Compra da carne::-

As tradicionais cozinheiras de Antonina e Morretes fazem o Barreado com qualquer carne de segunda, desde que as mesmas sejam magras, sem ossos e bastante fibrosas. A paleta magra ou maminha de alcatra têm estas características e podem ser encontradas ou encomendadas em qualquer distribuidor de carne. Combine paleta e maminha caso não encontre uma ou outra em quantidade suficiente. Atente para que a carne não contenha gordura ou sebo, esteja fresca, bastante fibrosa e venha cortada em uma ou duas peças, no máximo.
Compra da verdura::-

Procure adquirir as verduras antecipadamente e de preferência sob encomenda junto ao seu fornecedor de confiança. Acontece que produtos indispensáveis como alho-porro, salsão ou aipo são difíceis de ser encontrados em supermercados. Na compra antecipada, mantenha as verduras de molho numa vasilha com água até a hora da preparação do Barreado.

Folha de bananeira::-

Encontre duas ou três folhas novas e verdes de bananeira, que servirão para forrar todo o conteúdo da panela antes da mesma ser tampada e lacrada. Lave-as demoradamente e recorte-as em forma de circunferência (maior que a boca da panela) nas suas parte mais largas. Estas folhas, além de darem um gosto especial ao Barreado, ajudam a abafar a fervura de forma que o lacre da tampa da panela se torne mais resistente ao vapor.
Barreando a tampa::-
Um dos segredos do autêntico Barreado está no lacre da tampa da panela. Este lacre é feito com farinha de mandioca fina solvida em água fria e serve para evitar a saída de vapor durante todo o período de cozimento em fogo baixo. É muito importante que este lacre não se rompa.
Como o Barreado não leva água, mas apenas o líquido da carne e da verdura, manter a panela hermeticamente fechada é vital para se obter o melhor sabor do prato. Um quilo de farinha é suficiente para lacrar a tampa de uma panela grande de barro. Despeje um pacote de farinha numa bacia, adicione água fria e mexa o angu com as duas mãos até ele se transformar numa argamassa, nem muito mole e nem muito dura.
Para barrear, enrole a massa até formar um cubo gosso e calafete a tampa ao corpo da panela. Molhe as mãos em água fria e passe seguidamente sobre a argamassa até o anel de vedação ficar bem liso e aderente.
Modo de preparar o Barreado

Cortando a carne::-

Observe o sentido da fibra da carne antes de iniciar a retalhação da peça. Corte a carne em tabletes longos em forma de retângulos com cerca de 12 cm de comprimento, 4 cm de largura e 2 cm de altura. As fibras devem estar dispostas no sentido longitudinal, ou seja, no sentido do comprimento do tablete. Isto fará com que a carne se transforme em fios longos após o Barreado estar no ponto. Coloque os tabletes em uma bacia e deixe repousar alguns minutos.
Cortando o toucinho::-

Fatie o toucinho em forma de lâminas retangulares finas. O bacon fatiado substitui com vantagem o toucinho, por já se apresentar defumado, o que proporciona um sabor mais leve ao Barreado.

Picando as verduras::-

Para descascar os tomates, coloque todos numa bandeja e leve-os ao forno quente por alguns minutos. Depois de bem lavadas, corte as verduras (tomate, cebola, salsão ou aipo, cheiro verde, alho-porro) em pequenos cubos de dois ou 3 centímetros e deixe tudo repousando numa bacia.
Preparando a panela::-

Inicialmente, forre o fundo da panela com uma camada de toucinho ou bacon fatiado. Sobreponha o toucinho ou bacon com outra camada de cubos de tempero. Faça uma terceira camada com tabletes de carne. Repita estas três camadas até o conteúdo ocupar mais ou menos 3/4 (três quartos) da panela. Adicione os caldos das bacias de carne e de tempero. Acrescente uma colher de sopa de cominho em pó, uma de orégano, uma de pimenta-do-reino, três de extrato de tomate, cinco de sal, quatro de vinagre de vinho, cinco folhas de louro, uma cabeça de alho ralada e a noz-moscada ralada. Finalmente, forre o conteúdo com as folhas de bananeira em forma de circunferência, tampe a panela e leve ao fogo.

Levando ao fogo::-

Tradicionalmente, o Barreado é feito em fogão a lenha, mas nada impede que seu cozimento se dê em fogão a gás. Para isto, são necessárias algumas providências: a chama tem que estar no ponto mínimo e a panela deve ser colocada sobre uma chapa de ferro ou alumínio para que não fique em contato direto com o fogo. Após colocar a panela sobre a chapa, inicie o processo de barreamento, que consiste em lacrar a tampa com a argamassa (angu) de farinha de mandiocas.
Cuidados com o cozimento::-

Após uma hora sobre a chapa sobre fogo brando, o Barreado entra em processo de cozimento, que deve ser acompanhado atentamente. Observe que o anel de argamassa se torna seco e à vezes se rompe devido à força do vapor. Mantenha a bacia com a argamassa de farinha sempre à mão e restaure o lacre toda vez que notar a saída de vapor.
Para reparar o lacre, enrole um pequeno cubo de argamassa e aplique no local do vazamento para estancar o escape de vapor.
Umedeça a mão em água fria e alise seguidamente até o remendo se fundir com o anel de argamassa seco.

No ponto::-

O Barreado deve ser levado ao fogo com pelo menos 24 horas de antecedência do momento de ser servido. Sendo assim, o Barreado que será servido no almoço precisa ir ao fogo por volta da meia-noite do dia anterior. Como a panela está lacrada, o aroma forte exalado pela tampa após 18 horas de cozimento é a única forma de saber que o Barreado está quase no ponto. Dependendo do fogo, o Barreado estará pronto para ser consumido de 16 a 24 horas de cozimento.
Servindo o Barreado::-

Apague o fogo após abrir o lacre da panela, mas não esqueça de manter a chapa sempre quente. Coloque as porções em cumbucas de barro e leve à mesa, se possível sobre fogareiros com fogo fraco. Em mesa coletiva, pode-se levar a panela grande sobre fogareiro. Coloque na mesa, preferencialmente, uma cachaça fina feita de banana para aperitivo. Na falta, caipirinha ou conhaque para abrir o apetite e cerveja ou vinho para acompanhamento.

Compondo a mesa::-

Originalmente, o Barreado é servido com arroz, farinha de mandioca, banana-caturra ou nanica e pimenta malagueta. Pode-se acrescentar a isto porções de couve refogada, salada mista e banana-caturra madura., pirão feito com o próprio caldo, farofa e laranja-pêra, salada mista e banana-caturra madura. Requente o Barreado quantas vezes for necessário, sem necessidade de "barrear".

quarta-feira, 16 de julho de 2008

- Ganache de chocolate ao Marucujá -

Ganache de Chocolate ao Marucujá

Ingredientes::-


250 gr de chocolate meio amargo
150 ml de creme de leite fresco
1 unidade(s) de maracujá-
4 colher(es) (sopa) de açúcar
1/2 xícara(s) (chá) de água

Modo de Preparo

Derreta o chocolate em banho maria e acrescente o creme de leite, misturando até que fique homogêneo. Divida em quatro taças e reserve na geladeira por pelo menos 2 horas. Na hora de servir, em uma panela, combine a água, açúcar e a polpa do maracujá. Se desejar, coloque mais açúcar. Deixe cozinhar em fogo baixo e não mexa demais, para não endurecer. Assim que virar uma calda grossa, desligue o fogo, deixe amornar e divida a calda, colocando por cima das taças geladas. Sirva imediatamente.
Rendimento::-

4 porções
Fonte de informação clique aqui






Curiosidades da vovó::-


Mas o que significa "Ganache"?


Ganache é uma receita de origem francesa feita com chocolate, conhaque e creme de leite, simples e deliciosa, que serve como recheio de bolos e tortas, ou também como cobertura básica pra muitas receitas da confeitaria fina. O que talvez você não saiba é que Ganache também pode ser escrito como “Ganash” ou “Ganaché”

terça-feira, 1 de julho de 2008

Receitinhas com beringela


BERINJELA DE FORNO

INGREDIENTES::-
1 berinjela
6 tomates sem pele
4 colheres de óleo
4 coxas de frango temperadas e cozidas
1/2 cebola picada
2 dentes de alhoqueijo mozzarela fatiadofarinha de trigo
noz-moscada e salsa a gostosal a gosto

MODO DE PREPARO::-

Descasque a berinjela e corte em fatias, no sentido do comprimento. Mergulhe na água com sal e deixe por 30 minutos.

Prepare o molho, refogando a cebola, o alho e a carne de frango desfiada. Junte os tomates, sem pele e bem picadinhos, o sal e a noz-moscada. Deixe refogar até formar um molho denso. Acrescente a salsinha, e reserve.

Enxugue as fatias de berinjelas, passe na farinha de trigo, de ambos os lados, e doure em óleo quente. Coloque sobre o papel toalha para absorver o excesso de gordura.

Unte uma forma refratária com algumas colheradas do molho de tomate. Arrume uma camada de berinjela, uma de mozzarela, uma de molho. Continue alternando as camadas até terminarem os ingredientes. A última camada deve ser de molho.

Leve ao forno quente durante cinco minutos.




Lasanha simples

Ingrediente::-


- 7 tomates gordinhos maduros
- orégano ou manjericão, frescos
- pitadinha de açúcar
- molho de pimenta
- 4 dentes gordos de alho
- 500g de carne moída
- azeite
- sal e pimenta
- queijo ralado
- folhas de massa fresca para lasanha

Modo de fazer::-

Comece pelo molho. Tire os olhinhos dos tomates e faça um corte em x na pele de cada um do lado oposto ao olhinho. Jogue os tomates em água fervente e deixe por cerca de 20 segundos. Retire e jogue na água gelada em seguida. Tire as peles, corte cada um em 4 partes e retire as sementes. Parabéns, você acaba de fazer tomates concassé.

Pique grosseiramente os alhos. Em uma panela, aqueça um pouquinho de azeite e coloque metade dos alhos para fritar. Antes de escurecerem, acrescente os tomates e deixe eles lá em fogo baixo/médio até derreterem e virarem molho.

Enquanto isso, em uma frigideira... frite no azeite o restante do alho e a carne. Tempere com sal e pimenta. Verifique se a textura do molho está boa, deve ficar grossinho, rico e pedaçudo. Tempere o molho com o açúcar, sal, o molho de pimenta e o orégano fresco (ou manjericão).Em uma fôrma faça as lasanhas individuais.

Coloque um pouco de molho direto na forma, uma fatia de massa, mais molho, carne e queijo. Duas camadas de recheio e três de massa bastam.

Finalize com molho e queijo sobre a última folha de massa. Leve ao forno médio por 20 minutinhos. Listo! Serve 3 big porções.


Você pode fazer de berinjela também

Agora se você tem manias estranhas e não come carboidratos à noite, experimente a versão berinjela. Basta trocar as folhas de massa por fatias lindas de berinjela crua e proceder do mesmo jeitinho descrito acima.


Site Mexirica.com



Curiosidades da vovó::-

Suco de berinjela reduz em 30% o mau colesterol e ainda ajuda a emagrecer

Berinjela faz bem ao coração. A crença popular está próxima da confirmação científica e promete transformar o legume na panacéia do momento, posto já ocupado pelo brócolis e pelo espinafre. Um estudo experimental realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) comprovou que o suco de berinjela é um ótimo remédio no combate ao colesterol LDL – o mais nocivo ao organismo. Realizada em coelhos, a pesquisa demonstra que o uso do legume reduziu em quase 30% o colesterol no organismo dos animais, o que sugere benefícios também para humanos. "O suco de berinjela pode representar um tratamento alternativo e de baixo custo para as doenças cardiovasculares, responsáveis por 25% das mortes em todo o mundo", afirma o cardiologista Paulo Afonso Ribeiro Jorge, autor do estudo publicado na última edição da revista Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Ele está partindo para uma segunda etapa da pesquisa, agora com 20 pacientes.
Pelos próximos três meses, voluntários vão tomar suco de berinjela todos os dias. Ao longo do experimento, testes clínicos vão medir os níveis de gordura. Se houver de fato uma redução do colesterol, poderá se fazer o controle de doenças do coração com uma receita bem natural: um terço de berinjela com casca, batido no liquidificador com um copo de água ou suco de laranja. Tomar três vezes ao dia. A berinjela é rica em vitaminas A, B1, B2, B5 e C e o suco do legume age como um antioxidante. Esse efeito pode corrigir defeitos na parede das artérias provocados pelo colesterol alto. O suco também reduz a absorção do colesterol no intestino. Inúmeros trabalhos científicos já constataram que o controle do colesterol reduz o número de infartos em até 42%. Entre os animais, os efeitos foram bem animadores.
Os resultados dos testes revelam que entre os coelhos que receberam alimentação rica em colesterol, o teor de gordura cresceu 2.183%. Os que tomaram suco de berinjela apresentaram uma redução de 19% no colesterol total. Na contagem do colesterol LDL, o vilão do coração, os ganhos foram ainda mais expressivos.
Nos animais que se empanturraram de gordura, ele subiu 4.875%, enquanto os que receberam o suco sofreram uma redução de 29% nessa substância.
Além de uma boa notícia para a saúde, o suco de berinjela também traz ganhos estéticos: como perde-se gordura pode se transformar em um ótimo ingrediente para dietas de emagrecimento.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Sugestão saudável para o almoço de domingo


Pene com abobrinha, mussarela e tomate cereja

Ingredientes::-

- 500 gr de penne
- 500 gr de mussarela de búfala cortado em 4 (sentido do comprimento)
- 400 gr de tomate cereja ao meio
- 4 colher(es) (sopa) de hortelã fresca(s)
- 4 colher(es) (sopa) de azeite
- 400 gr de abobrinha em fatias- 5 colher(es) (sopa) de óleo de milho
- quanto baste de sal
- quanto baste de pimenta-do-reino branca moída(s)
Modo de fazer::-

Em uma frigideira, colocar o óleo, deixar ficar bem quente e fritar aos poucos as abobrinhas, até ficarem bem douradas. Retirar da frigideira e secar em papel toalha. Temperar os tomates com sal e pimenta e regar com duas colheres do azeite. Colocar em uma assadeira, levar ao forno pré aquecido e deixar até que os tomates murchem. Cozinhar o macarrão penne em água fervente abundante até ficar no ponto "al dente". Escorrer. Esquentar o restante do azeite e juntar ao tomate já assado com o seu suco e as abobrinhas fritas. Misturar delicadamente. Acertar sal e pimenta e acrescentar parte da hortelã picada. Numa travessa colocar a massa, o molho e por cima a mussarela de búfala e finalmente polvilhar com o restante da hortelã. Servir a seguir.


Para acompanhar esse pene::-

Filé de frango requintado


Ingredientes::-


- 1 kg de filé de frango
- 1 pacote(s) de mistura para sopa creme de cebola
- 1 lata(s) de creme de leite
- quanto baste de mussarela
- 1 unidade(s) de tomate picado(s)
- quanto baste de azeitona verde picada(s)
- quanto baste de salsinha picada(s)
- quanto baste de cebolinha verde picada(s)
- quanto baste de azeite

Modo de fazer::-

Frite refogando os filés de frango (corte-os a seu gosto) numa panela com alho, cebola, pimenta, salsinha, etc. Quando eles começarem a ficar douradinhos coloque água e a mistura de sopa de cebola seguindo as instruções do pacote e deixe cozinhando um pouco para engrossar e tomar gosto. Depois de engrossado, coloque o creme de Leite e mexa bem. Numa fôrma de alumínio espalhe um molho vinagrete do seu gosto ( tomate, azeitona, cebolinha picadinha, salsinha, azeite, sal, pimenta e um pouco de vinagre)e despeje o frango com o caldo todo na fôrma ( fica um pouco líquido) e cubra com fatias de mussarela. Leve ao forno ( + ou - 10 minutos) para gratinar o creme de Leite e encorpar o prato. Sirva com arroz branco e batatas fritas ou palha.
A vovó Rô serviu com o pene acima e todos aqui de casa também gostaram, mas com arroz fica divino também...hummm!!!!

Receitas tiradas e testadas por mim,( exelente dica para o almoço de domingo), deste site::-




Curiosidade da vovó Rô::-

Azeite::-

- Desde a Antiguidade o azeite é muito apreciado por suas características químicas, biológicas e organolépticas, mas também porque suas propriedades preventivas e terapêuticas tranformaram-no em uma gordura absolutamente insubstituível .
- Utilizado desde tempos imemoriais como ingrediente culinário, o Azeite foi "redescoberto" a partir da década de 50, tendo-se convertido num dos pilares da cozinha moder na e saudável. O seu consumo não se restringe às regiões produtoras, mas espalha-se hoje por países tão distantes como o Japão e a Austrália.
- O Azeite Virgem é o sumo da azeitona, extraído por processos mecânicos e físicos, que conserva o sabor, o aroma, as vitaminas, os antioxidantes e todas as propriedades daquele fruto, sendo a única gordura vegetal que pode ser consumida, diretamente, virgem e crua (sem refino). - A cor da azeitona não está ligada à sua variedade, mas ao seu estado de maturação? No início, as azeitonas são verdes, tornando-se negras conforme vão amadurecendo. Quanto mais verde a azeitona, mais amargo será o azeite.
- Uma oliveira começa a produzir entre os cinco e dez anos e só a partir dos 150 anos sua produção começa a declinar? Pois é, a idade da oliveira influi apenas na quantidade de azeitonas produzidas.
- São necessário de 5 a 6 quilos de azeitonas para produzir 1 litro de azeite.


Azeite e beleza


- O azeite de oliva nutre, protege e conserva a juventude da pele, contribuindo para melhorar seu aspecto e sua textura.


- Desde a antiguidade usa-se o azeite de oliva em ungüentos, banhos, massagens, máscaras de beleza ou shampoo.