sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

"Sobre o movimento SLOW FOOD"


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Assistindo a TV ontem à noite fiquei a par do MOVIMENTO SLOW FOO.
O que é esse movemnto?

Movimento Slow Food

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Comer é fundamental para viver. A forma como nos alimentamos tem profunda influência no que nos rodeia - na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições. Para um verdadeiro gastrônomo é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Além disso, melhorar a qualidade da nossa alimentação e arranjar tempo para a saborear, é uma forma simples de tornar o nosso cotidiano mais prazeroso. Esta é a filosofia do Slow Food.
Fundado por Carlo Petrini em 1986, o Slow Food se tornou uma associação internacional sem fins lucrativos em 1989. Atualmente conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, e apoiadores em 132 países.
O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.
O Slow Food opõe-se à tendência de padronização do alimento no Mundo, e defende a necessidade de que os consumidores estejam bem informados, se tornando co-produtores.
É inútil forçar os ritmos da vida. A arte de viver consiste em aprender a dar o devido tempo às coisas.
Carlo Petrini, fundador do Slow Food
A sede internacional do Slow Food é em Bra, na Itália. O Slow Food opera tanto localmente como mundialmente junto de instituições internacionais como a FAO - Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação. Estabelece laços de amizade com governos em todo o mundo, prestando consultoria para o Ministério da Agricultura italiano, trabalhando com o presidente da câmara de Nova Iorque e colaborando com o governo Brasileiro.
Através dos seus conhecimentos gastronômicos relacionados com a política, a agricultura e o ambiente, o Slow Food tornou-se uma voz ativa na agricultura e na ecologia. O Slow Food conjuga o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade. As atividades da associação visam defender a biodiversidade na cadeia de distribuição alimentar, difundir a educação do gosto, e aproximar os produtores de consumidores de alimentos especiais através de eventos e iniciativas.

Eu já coloquei na barra lateral do meu blog uma indicaçao do MOVIMENTO SLOW FOOD

QUAL É A filosofia  SLOW FOOD::..

Filosofia

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Acreditamos que todos têm o direito fundamental ao prazer de comer bem e consequentemente têm a responsabilidade de defender a herança culinária, as tradições e culturas que tornam possível esse prazer. O Slow Food segue o conceito da ecogastronomia, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta.
Bom, limpo e justo: é como o movimento acredita que deve ser o alimento. O alimento que comemos deve ter bom sabor; deve ser cultivado de maneira limpa, sem prejudicar nossa saúde, o meio ambiente ou os animais; e os produtores devem receber o que é justo pelo seu trabalho.
Somos Co-produtores e não simples consumidores, pois tendo informação sobre como nosso alimento é produzido e apoiando efetivamente os produtores, nos tornamos parceiros no processo de produção.

Pelo que eu entendi do Movimento Slow Food, nada mais é que seguirmos as receitas de nossas avós. Preparando nossos alimentos com mais carinho, amor, paciência e o que é fundamental escolher muito bem o que se leva à mesa. Consumir frutas, legumes, verduras, ovos e carnes ecologicamente corretos, sem as bombas que colocam para que os mesmos sejam produzidos em larga escala.
Dia desses conversando com uma amiga aprendi que quanto maior o tomate, a laranja, o morango ...mais porcaria é colocada no solo para que ele fique do jeito que encontramos nos mercados.
O jeito é procurarmos locais onde seja tudo muito bom, limpo e justo, como ensinam os do MOVIMENTO SLOW FOO.

Algumas receitinhas::..


Tomates, cebola e alho são ingredientes-chave para incrementar o frango e transformá-lo em um lanchinho/ SCX

Sobras de frango refogado podem ser picadas e transformadas em um gostoso sanduíche de frango (muito bom para lanches).
Tempere, de véspera de possível:
4 coxas e sobrecoxas de frango
Com:
Sal e pimenta-do-reino moída na hora
Em uma panela pesada, a fogo médio, aqueça:
2 colheres de sopa de azeite
Ponha o frango na panela, com o lado da pele virado para baixo, até a carne ficar crocante e dourada, por cerca de 12 minutos. Vire e deixe mais 4 minutos.
Retire o frango e acrescente:
2 cebolas cortadas em rodelas grossas (ou cubos grandes)
Cozinhe até ficarem transparentes, por cerca de 5 minutos.
Acrescente cozinhe por mais 2 minutos:
4 dentes alho cortados em fatias finas
1 folha de louro
1 ramo pequeno de alecrim
Junte e cozinhe por mais 5 minutos, raspando qualquer pedacinho tostado do fundo da panela:
4 tomates em cubos grosseiros, ou lata pequena (cerca de 350g) de tomates orgânicos inteiros cortados em cubos (inclusive o líquido)
Arrume o frango na panela com o lado da pele virado para cima e junte qualquer caldo que ele houver soltado.
Complete com:
1 xícara de caldo de frango
O líquido deve chegar à metade do nível do frango. Se for preciso, ponha mais. Deixe levantar fervura e em seguida abaixe o fogo até uma fervura branda. Tampe e cozinhe em fervura branda ou em forno a 160º C por 45 minutos. Quando estiver pronto, passe o líquido do refogado para uma tigela pequena e retire e gordura. Descarte a folha de louro e o alecrim. Prove o sal e acerte conforme a necessidade. Torne a pôr o molho na panela e sirva.

Variações:
Antes de acrescentar os tomates às cebolas, junte 1/3 de xícara de vinho branco seco e deixe reduzir à metade.
Guarneça com 1 colher de sopa de salsa picada misturada com 1 dente de alho bem picado.
Substitua 2 das coxas e sobrecoxas por 2 peitos. Doure-os, mas só os junte ao refogado depois de as coxas e sobrecoxas já terem cozinhado por 30 minutos.
Use manjericão, orégano ou manjerona em vez de alecrim.

Massa de pão pode ser usada para pizzas / SCX

Rende uma focaccia ou das pizzas de 25cm de diâmetro. Um pouco de centeio ou outra farinha integral dá mais sabor à massa.

Misture:
2 colheres de chá de fermento de padaria seco (fermento biológico seco)
½ xícara de água morna
Acrescente e misture bem:
¼ de xícara de farinha de trigo não branqueada (orgânica)
¼ de xícara de farinha de centeio
Deixe a mistura descansar até começar a borbulhar, cerca de 30 minutos.
Em outra tigela, misture:
3 xícaras e ¼ de farinha de não branqueada (orgânica)
1 colher de chá de sal
Junte à mistura de fermento e farinha com:
¾ de xícara de água fria
¼ de xícara de azeite

Misture completamente com a mão ou com uma batedeira elétrica de mesa. Se estiver trabalhando com a mão, vire a massa em uma bancada ligeiramente enfarinhada e amasse até que fique macia e lástica, por cerca de 5 minutos. Se a massa estiver úmida e grudenta demais, acrescente mais farinha de trigo, mas apenas o bastante para deixá-la macia e levemente grudenta. Ou então, use a batedeira com a pá própria para fazer a massa de pão (o batedor do tipo gancho) e bata por cerca de 5 minutos. A massa estará com a textura certa quando se desprender das laterais de tigela de batedeira, mas ainda estiver grudada no fundo. Uma massa bem macia, ligeiramente úmida, dará a melhor focaccia.

Ponha a massa em uma tigela grande, cubra e deixe crescer em um lugar de temperatura morna até que dobre de volume, por cerca de 2 horas. Para uma massa ainda mais saborosa e maleável, deixe-a crescer lentamente de um dia para o outro na geladeira. (Tire da geladeira duas horas antes de dar forma)

Unte generosamente com azeite uma assadeira de 25 x 40 cm. Retire delicadamente a massa da tigela e amasse-a sobre a assadeira, fazendo-a se encaixar apertando delicadamente do centro em direção às bordas. Se a massa começar a resistir e retornar ao formato original, deixe-a descansar por 10 minutos, depois torne a moldá-la. Tente não desinflar ou espremer todo o ar para fora da massa enquanto a estiver moldando. Faça covinhas na superfície da massa apertando de leve com as pontas dos dedos.

Molhe com um filete de 2 colheres de sopa de azeite. Cubra e deixe crescer até dobrar de altura, por cerca de 2 horas. Enquanto a massa estiver crescendo, pré-aqueça o forno a 230ºC. Se tiver, ponha uma pedra de assar (como as pedras para assar pizza) na grelha de baixo e deixe-a aquecer por 30 minutos antes de assar o pão.

Polvilhe a massa com 1 colher de chá de sal marinho grosso e ponha a assadeira diretamente sobre a pedra de assar. Asse a focaccia até ficar dourada e crocante por cima e por baixo, por uns 20 a 25 minutos. Vire a assadeira de cabeça para baixo para retirar o pão e ponha-o para esfriar em cima de uma grade.

Variações
- Salpique uma colher de sopa de alecrim fresco ou folhas de sálvia por cima da massa antes de assá-la.
- Pique cerca de 1 colher de sopa de ervas frescas e acrescente à massa junto com o azeite.
- Divida a massa em duas partes antes de lhe dar forma e pressione para formar dois discos com cerca de 1 cm de espessura. Ponha os discos em duas formas de torta com 20 cm de diâmetro untadas com azeite. Faça as covinhas, regue com um fio de azeite, deixe crescer conforme as instruções acima e asse, verificando após 10 minutos de forno.
- Arremate com cebolas salteadas, queijo, fatias de tomate ou legumes salteados antes de assar.

Essas são receitas do Livro ::..

A simplicidade se estende à cozinha. E ela não é sem sabor, para Alice Waters. No livro “A arte da cozinha simples: anotações, aulas e receitas de uma deliciosa revolução” - que será lançado ainda este ano no Brasil pela Ediouro, a chef americana, ícone do slow food, percorre as etapas fundamentais na cozinha, compartilha dicas e sugere mais de duzentas receitas.
No livro, Alice Waters defende o consumo de alimentos produzidos no local de forma sustentável e a escolha de alimentos orgânicos, frescos, sazonais. “Estou convencida de que os princípios fundamentais da boa cozinha são os mesmos por toda parte. Esses princípios têm menos a ver com receitas e técnicas, e mais com a obtenção de bons ingredientes, que para mim é a essência da culinária”, diz.

FONTE DAS RECEITAS E INFORMAÇÃO DO LIVRO AQUI

EU TENTEI ENCONTRAR O LIVRO MAS CREIO QUE AINDA NÃO FOI LANÇADO NO BRASIL

Clique aqui em CHEZ PANISSE 
para saber mais sobre A Autora do Livro 
“A arte da cozinha simples: anotações, aulas e receitas de uma deliciosa revolução”Alice Waters.


BEIJOS MEUS, 
DE LUZ, PAZ, AMOR, FÉ ESPERANÇA



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