domingo, 2 de outubro de 2011

"Vamos sorrir mais, faz bem a para nossa saúde"



Matéria da revista Veja intitulada O bom humor e as emoções positivas fortalecem o organismo
e ajudam a chegar à velhice com o ânimo da mocidade.
"Ter alegria de viver é um bom caminho para envelhecer bem. Até parece conversa de guru de auto-ajuda, mas não é. A importância do bom humor e dos sentimentos positivos está documentada cientificamente. Um dos trabalhos mais recentes a respeito do assunto foi conduzido por pesquisadores da Universidade Yale, nos Estados Unidos. Seus resultados mostram que nossas expectativas em relação à velhice determinam o modo como envelheceremos. 
A pesquisa envolveu 660 homens e mulheres com mais de 50 anos. Todos haviam sido entrevistados 23 anos antes. Entre uma dezena de questões, a eles foi perguntado: "À medida que os senhores ficam mais velhos, a vida fica melhor, pior ou igual ao que imaginavam quando eram jovens?". Ao comparar os depoimentos do passado com os óbitos registrados no grupo, os pesquisadores perceberam que aquelas pessoas com uma visão mais otimista da velhice tendiam a viver, em média, sete anos e meio a mais que os pessimistas. 
A conclusão é que o impacto do otimismo sobre a longevidade equivale aos benefícios de não fumar e manter o colesterol e a pressão arterial em patamares saudáveis.
Os primeiros estudos sobre a importância do bom humor para a saúde datam do fim da década de 70. Um dos marcos dessa nova frente de investigação da medicina foi o lançamento, em 1979, do livro A Anatomia de uma Doença. Nele, o editor americano Norman Cousins relata como conseguiu, graças ao prazer de viver, superar uma afecção gravíssima. Quinze anos antes, ele havia recebido o diagnóstico de que era vítima de uma doença degenerativa que ataca a coluna vertebral. Os médicos lhe deram poucos meses de vida. Depois de passar um tempo no hospital, já com o corpo quase todo paralisado, Cousins se deu alta, contratou uma enfermeira e se mudou para um hotel. 
Todas as tardes, ele recebia visita de amigos. Eles conversavam, jogavam cartas e assistiam a comédias na televisão. Cousins percebeu que, depois de cada um desses momentos agradáveis, ele dormia melhor, comia com mais apetite e ganhava ânimo para a fisioterapia. Cousins conseguiu uma sobrevida espantosa. Morreu aos 75 anos, em 1990.
As emoções positivas inibem a produção de dois hormônios que, em excesso, são extremamente danosos à saúde – o estradiol e a adrenalina. Essas substâncias baixam as guardas das defesas do organismo, propiciando o aparecimento de infecções e dificultando o tratamento de uma série de doenças, inclusive a recuperação de infartos. Em grandes quantidades, elas também elevam a pressão arterial, facilitando a manifestação de problemas cardiovasculares. A negatividade, por sua vez, justamente por estimular a produção de estradiol e adrenalina, tem o impacto de uma bomba atômica sobre o organismo. 
Os sentimentos positivos, enfim, têm um efeito multiplicador, ao facilitar o relacionamento entre as pessoas. Já está provado que uma convivência tranqüila com parentes e amigos e um casamento feliz fazem um bem danado à saúde. "A alegria dilata e aquece o organismo", diziam os médicos do século XVI. 'Já a tristeza contrai e esfria o corpo.' " (Revista Veja, 30/10/02).


Humor é contagiante


Endorfina alivia a dor e ao mesmo tempo dá estímulos ao cérebro
Fonte:www.clicrbs.com.br
Sabrina Silveira, Especial

Alimentos ricos em carboidrato, açúcar e gordura são os vilões da dieta para perder peso. Porém, eliminá-los de todas as refeições pode causar um efeito desagradável: o mau humor. Quem faz o alerta é a nutricionista Fernanda Selhane Bortolon.

Fernanda explica que esse tipo de produto promove a liberação de endorfinas (substância tipo morfina), que aliviam a dor, mas, ao mesmo tempo dão estímulos ao cérebro para melhorar nosso humor.

— As pessoas que deixam de consumir carboidratos tornam-se mais mal-humoradas. Um exemplo são aquelas pessoas que com a intenção de perder peso rapidamente, "fecham a boca" para os pães, arroz, cereais, batatas.

Além das conseqüências como o mau humor e o estresse, adesão a qualquer regime pode ficar prejudicada se o consumo dos carboidratos for cortado radicalmente.

— Acontecerá o que ocorre com milhares de pessoas do mundo inteiro: o efeito sanfona e insatisfação constante com a imagem corporal — lembra a nutricionista.

Alimentos com carboidratos são essenciais no dia a dia e devem ser consumidos em maior proporção que as proteínas, gorduras e até que as vitaminas e os minerais. Segundo ela, a ingestão de carboidratos complexos favorece a entrada de triptofano no cérebro aumentando a produção de serotonina, neurotransmissor capaz de regular o apetite, produzir sensação de bem-estar e até induzir o sono. Assim, dietas com baixo teor de carboidratos podem induzir a depressão.

Prefira os carboidratos integrais

Apesar disso, é preciso ficar atento ao tipo de carboidrato que escolhemos.

— Não adianta passar a comer, massas, bolos, biscoitos à vontade porque se não utilizamos toda a energia provinda destes nutrientes vamos ganhar peso e poderemos nos tornar mais predispostos a outras doenças como Diabetes e Hipertrigliceridemia . esclarece

Fernanda orienta que se dê preferência aos carboidratos complexos presentes nos pães integrais, cereais integrais como àqueles à base de farelo de trigo, aveia, centeio, arroz integral. Esse tipo de alimento é aproveitado lentamente pelo organismo, fazendo com que o efeito de bem-estar demore mais para acontecer, mas que seja mais prolongado do que quando ingerimos os carboidratos simples.

- Desta forma, ao educarmos nosso hábito, consumindo diariamente carboidratos complexos, vamos condicionar nosso organismo a receber porções moderadas de açúcar e isto promoverá a sensação de bem estar por tempo prolongado em todo o dia.

Não fique sem comer

Outra importante orientação para evitar o mau humor é não deixar de fazer as principais refeições do dia: café-da-manhã, almoço e jantar ou lanche da noite e de um pequeno lanche no meio da manhã e outro à tarde. Logo pela manhã precisamos repor os estoques de energia que utilizamos para mantermos nosso corpo funcionando durante toda a noite.

— A hipoglicemia matutina (queda de açúcar no sangue) alerta uma ameaça ao funcionamento normal do cérebro, o que gera reações como ansiedade. Por isto nada de jejum prolongado — aconselha Fernanda.

fonte aqui

Ramalhete EspiritualBeijos meus cheios de
luz, paz, amor, fé e esperança








Um comentário:

Maria Luiza disse...

Rosane, eu não quero nem saber mais de dietas. Passei a minha melhor vida fazendo, agora não mais. Chega!!!Só quero viver bem. Rosane,, vai no Alquimia, pois eu citei seu nome para vc participar de um post legalzinho! beijão!