sexta-feira, 16 de julho de 2010

" - O QUE É TER ESTILO - "

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O que é ter estilo na decoração?
 Primeiro::.. o que significa estilo?

A palavra estilo, do latim stilu(m), designava originalmente uma pequena haste usada para escrever, um tipo de caneta antigo; em associação com essa idéia de escrita, desenvolve-se um novo sentido para estilo, que passa a indicar a maneira específica de escrever ou falar de uma pessoa ou de um grupo de pessoas: estilo conciso, estilo afetado, estilo didático, etc.; a partir desse segundo sentido, desenvolve-se a idéia de estilo como precisão ou perícia no escrever: ele escreve com estilo; também a partir do sentido de maneira de escrever, desenvolve-se um quarto sentido, mais nitidamente literário, de características específicas de um autor ou grupo de autores, como quando falamos do estilo de Machado de Assis ou dos estilos de época; como há até bem pouco tempo o ato de escrever era um apanágio da classe dominante, sendo a maioria do povo analfabeta, a palavra estilo adquire um novo sentido, de refinamento, de bom gosto, como em móveis de estilo, um homem de estilo; por último, o sentido original da palavra estilo, de pequena haste, é recuperado na palavra estilete, indicando punhal fino, pequena haste de grafite, etc.

A palavra estilo sofreu alterações de acordo com o desenvolvimento da sociedade, os jovens atuais estão sempre procurando ser diferentes, e chamam essa 'procura' de estilo, e não percebem que existe um monte de pessoas com pensamentos iguais e um deles é ser diferente, ou seja, na ansia de ser diferente as pessoas cada vez mais se parecem umas com as outras...











 Estilo na decoração::..
Como se determina o estilo?
A adoção de um estilo na decoração está ligada, diretamente, à escolha do mobiliário e da decoração de fundo (elementos arquitetônicos), ou seja, o mobiliário e a decoração que envolve as paredes, piso e teto, podem, por si só, definir um estilo. No entanto, apenas este tipo de decoração pode causar no espaço, uma sensação de frieza e de desligamento da personalidade de seus moradores.
Isto não significa que ter uma cadeira ou um sofá diferente do estilo do restante do mobiliário comprometa a decoração. Pelo contrário, o contraponto, pode resultar em elegância e beleza, conforme o jeito como é situado.

E o ambiente?
O ambiente é justamente o que aquece e personaliza o espaço. Ele acontece pelo gosto, costumes, rotina diária dos moradores. Sua definição ocorre pelo acréscimo imediato ou progressivo de complementos utilitários ou decorativos, claro que a gosto de seus moradores, como um móvel, objetos pessoais ou de referência familiar, recordações de viagens, quadros, pinturas, etc. Assim, cada ambiente será único uma vez que as pessoas são dotadas de gostos e costumes diferentes. Mais, ainda, é praticamente impossível elaborar técnicas de ambientação sem levar em conta um perfil de moradores.

Qual o significado disso?
O que determina a aparência do espaço é o conjunto harmônico estilo, ambientação. Um estilo que não condiz com a ambientação adequada, ou vice-versa, pode comprometer a sensação de bem estar do espaço. Assim, é inevitável que de início, qualquer design de interiores, ou qualquer pessoa que deseje montar um espaço, conheça bem, os costumes, rotinas, desejos, predileções, etc, das pessoas que o integram. Lógico que não é só isso, pois nesta área há uma série de outras coisas que devemos conhecer, mas como acabamos de ver cada ambientação é única e cabe apenas às pessoas certas. Então, seja lá o que saibamos, isto não significará nada se o resultado final de nosso trabalho não representar os anseios e necessidades das pessoas em um determinado espaço. Pense nisso quando executar a decoração de sua casa, espaço ou ambiente.

Quais os diferentes tipos de estilo para decoração?

 Clássico - Neste estilo englobamos o francês e o inglês e suas variantes. Caracteriza-se por decorações refinadas, com muito trabalho nos tetos e nas paredes (as famosas boiseries, que se transformaram nos lambris que hoje conhecemos), tapeçarias, lustres de cristal, espelhos, mobiliário entalhado, cores fortes, como dourado, vinho e vermelho e tecidos sofisticados, como seda e veludo. Ele reflete a opulência européia do século 17, com seus castelos e palácios decorados ricamente para sediar grandes festas e banquetes.

Contemporâneo – Este estilo prima pelas linhas retas e formas puras, em ambientes bem definidos, em que a função tem tanto peso quanto a estética. Paletas de cores claras (principalmente o branco) ou escuras compõem espaços e móveis, em que o desenho limpo e detalhes sutis, quase imperceptíveis, trazem sofisticação e sensação de bem-estar. O lema do contemporâneo é a frase cunhada pelo arquiteto alemão Mies Van der Rohe no início do século 20: Menos é mais. Hoje, este é o estilo mais usado no mundo todo, pois acompanha a praticidade da vida moderna. Além disso, ele permite mesclar outros estilos, o que ajuda a disfarçar seu ponto fraco: a pasteurização dos espaços. Isto porque a decoração contemporânea pura torna todas as casas iguais. Já, ao inserir objetos de vertentes diferentes, consegue-se dar personalidade aos ambientes.

Étnico – Aqui podemos incluir decorações em que a temática vêm da cultura e do artesanato de tribos ou povos de diferentes partes do mundo. A vertente africana é a mais forte dos últimos anos. São muito apreciados os seus tecidos de estampas marcantes e de interessante contraste de cores, estátuas e máscaras. O Oriente também exerce fascínio. China e Japão há muito fornecem inspiração para a decoração ocidental, no entanto hoje Bali e Tailândia tornaram-se mais populares entre nós. Um dos motivos foi o boom de exportação brasileiro de móveis e objetos desses dois paises, gerando excelente relação de custo e beneficio. São peças leves, descontraídas, sob medida para ambientes alegres e práticos.

Retrô / Vintage – Decorações assim pedem elementos do passado, principalmente dos anos 1940, 50 e 60. Muito em voga atualmente, caracterizam-se pela composição de móveis e objetos pontuais, de preferência de linhas puras e design assinado. O bacana aqui é integrar esses itens à realidade de hoje, fazendo com que se harmonizem com a parafernália eletrônica moderna e com a multifuncionalidade da casa do século 21. Tudo indica que é uma tendência que chegou para ficar.

Provençal – Este estilo sofisticado, datado do final do século 17, vem do interior da França. Sua base é clássica, inspirada na decoração carregada dos palácios e castelos, porém nesta versão, são as pátinas, a pintura branca e os decapês, imprimindo ar desgastado aos móveis, que aparecem com força total. Tudo aliado aos tecidos claros, em composição com cores pastel, como o verde, o bege, o lilás e o azul. Estampas florais, xadrezes, listrados e o Toile de Jouy, célebre por suas cenas campestres, arrematam o contexto. Optar pelo provençal garante frescor à casa, pois trata-se de uma decoração leve, bucólica e romântica.

Rústico - Madeira bruta e escura, em que veios, ranhuras, nós e rachaduras ficam aparentes, é o material que mais caracteriza o mobiliário deste estilo. Mas aqui também são bem-vindas as composições com fibras naturais, como vime, taboa e bambu. São peças de linhas retas e simples, que integram o homem à natureza. Apesar da rusticidade, estes móveis têm trânsito livre em decorações sofisticadas, proporcionando contrastes elegantes.
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Ver mais sobre qual seu estilo de decoração aqui




































ESTILOS QUE ME ENCANTAM::..


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imagens daqui

2 comentários:

Adriana disse...

Adorei o texto, muito esclarecedor. Muito bom é estudar e aprender, né?
Obrigada!

beijo
Dri
http://coisasqueeuamoetc.blogspot.com

Van e Chris disse...

Oi Rô,
Muito legal esse texto. O mais difícil é descobrir qual estilo é o nosso... Acho que somos um pouquinho de tudo!...
Beijos,
Van e Chris