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terça-feira, 28 de julho de 2009

- Para quem faz dieta -

Boa notícia para quem faz dieta: especialistas ensinam como transformar arroz, pães e massas em amigos de uma boa alimentação

Na guerra contra a balança, de tempos em tempos, aparecem fórmulas de emagrecimento. O carboidrato já foi considerado o inimigo número um de quem está acima do peso, mas não é mais. Agora é aliado.
Nas academias de ginástica, Outubro é um mês sintomático, porque cresce o número de matrículas. A frequência aumenta em torno de 20%. Passado o inverno, é tempo de se preparar para o verão. É hora de queimar e também de cortar calorias.

A maioria dos alunos, além dos exercícios, não dispensa uma dieta. ?Fechar um pouquinho a boca e fazer o que o médico manda: não comer gordura e não comer açúcar?, diz a aposentada Eva Strong. O professor Flavio Moraes cortou os carboidratos da alimentação e perdeu quatro quilos em um mês. ?O jeito é ficar só na base da proteína e seguir para o verão?, diz.

Os carboidratos estão presentes em todos os cereais, trigo, arroz e milho, além de estar nos pães, nas massas e até nas frutas. Durante anos eles foram considerados os vilões por quem pretende emagrecer, mas especialistas afirmam que os carboidratos não devem ser cortados completamente das refeições.

Pelo contrário: devem fazer parte de uma boa alimentação, porque são fontes de energia necessárias ao organismo ? Quando se tem um consumo muito reduzido de carboidrato, o organismo vai buscar essa energia que é necessária para o funcionamento das atividades em outras estruturas corporais.

Normalmente, o organismo vai lá na proteína, que está armazenada na nossa musculatura?, explica o nutricionista Ricardo Sodré. Resultado: você até emagrecer, mas em vez de perder gordura, perde músculo. O gráfico Marcelo Magalhães há oito anos aprendeu a ter uma alimentação balanceada. Come de três em três horas e cortou os carboidratos só à noite. Nunca mais engordou. ? Depois que comecei a fazer esse acompanhamento nutricional, voltei a ter um peso normal e uma saúde mais adequada. A pressão e o colesterol voltaram para o lugar?, conta o gráfico Marcelo Magalhães.

Como sempre, explica o nutricionista Ricardo Sodré, o segredo está em conjugar alimentação saudável com atividade física. ? É preciso conduzir tudo de forma bem equilibrada, procurando ajuda de um profissional. O preparo para o verão não deve acontecer só nos meses que antecedem o verão, e sim durante o ano inteiro?, orienta o nutricionista.

Fonte; http://g1.globo.com/bomdiabrasil


É isso pessoas, uma boa dieta tem que ser acompanhado de exercícios físicos, se não de nada adianta.


Sendo assim vamos fazer um delicioso pão caseiro e comer com moderação.

Mas antes tome nota das dicas abaixo.



Curiosidades da vovó::..


Visitem este Site.
Já indiquei por várias vezes aqui no blog e torno a repetir é sem dúvida alguma um dos melhores visitados por mim. Faço as receitas que nele contem constantemente e eu as recomendo, principalmente para as iniciantes na maravilhosa arte de cozinhar.
Visitem clicando aqui


As Dicas e Segredos para Pães Feitos em Casa

Observando alguns detalhes com certeza você conseguirá fazer com sucesso pães irresistíveis.

  • Nunca coloque toda a farinha pedida na receita, dependendo da temperatura e unidade do dia, do tamanho dos ovos, e da qualidade da farinha essa quantidade pode ser excessiva tornando a massa firme demais (dura).




    Uma receita que pede 1 kg de farinha significa que pode ser que use no máximo 1 kg pra fazer a massa, abrir, enrolar, etc.


  • As mãos úmidas ou cheias de massa também podem confundir e dar a impressão que está faltando farinha no pão, mas , basta estar com as mãos limpas, bem secas e principalmente totalmente enfarinhadas, que você vai notar a diferença nas próximas massas que fizer.


  • Para iniciar uma massa, devemos inclusive começar a mexer com um garfo, e depois que passarmos para uma superfície enfarinhada uma espátula envolta em farinha é melhor, deixe para usar as mãos enfarinhadas, é claro só mesmo no final de sovar.
  • Quando for usar a s mãos , aqueça as mesmas com água morna e enxugue, pois elas já começam a ajudar no processo de crescimento da massa.
  • A água ou leite que é pedido geralmente morno, deve ter uma temperatura quase fria, nunca passando da temperatura do leite que damos aos bebês, pois se estiver um pouquinho mais quente ele destrói o fermento, e consequentemente a massa não vai crescer.
  • Coloque sempre um pouco de açúcar , mesmo nas massas doces, ela ajuda a crescer e deixa a massa com cor mais bonita.
  • Salvo algumas receitas , e nessas está especificado, os ingredientes para massas com fermento de pão, devem estar sempre em temperatura ambientes, como os ovos, margarina, etc...
  • Para crescer a massa, coloque-a em lugar fechado, sem vento e aquecido.
  • Pode ser em forno comum já morno, mas com o fogo apagado, ou no microondas, nesse caso coloque a massa em vasilha tampada, ligue o microondas na temperatura mais baixa, e ligue por 3 minutos. Após desligar, deixe dentro do microondas + 10 minutos e a massa já estará crescida, se a massa for bem leve, nesses 3 minutos já cresce.
  • Sempre tampe a massa para crescer, com a tampa hermética da vasilha, ou um pano ou em saco plástico, que é excelente.
  • O velho truque da vovó, para saber se a massa está crescida, funciona sim, mas a bolinha de massa que se põe num copo de água, deve estar no mesmo ambiente em que a massa estiver crescendo, ex: se a massa crescer no forno comum, o copo com a bolinha de massa tem que estar também dentro do forno. E a massa estará no ponto, quando a bolinha subir à superfície.
  • Outra maneira de ver se a massa está crescida o suficiente, é introduzir o dedo 1 cm na massa, se ficar marca , a massa está pronta.
  • Unte as formas com margarina ou manteiga onde for assar o pão e polvilhe farinha de trigo, assim fica mais fácil removê-los.
  • Se for assar em um refratário de vidro use uma temperatura mais baixa no forno, fazendo até economia.
  • Caso o pão doure muito rápido, termine de assar coberto com papel alumínio, sem apertar, sempre com a parte brilhante voltada para o alimento.
  • Pães firme podem ser embrulhados ao sair do forno, em papel filme transparente para conservarem a temperatura.
  • Não deixe o pão esfriar na forma, coloque em uma grade para que respire , senão o fundo fica mole e úmido.






  • Pães sem gordura como italiano devem ser embrulhados e colocados no freezer, para sua conservação, pois em temperatura ambiente, depois de algumas horas ele seca e endurece.
  • Pão congelado é mais fácil de cortar, o que torna possível cortarem fatias mais finas.
  • Depois de cortados o pão descongela em apenas 15 minutos na temperatura ambiente.
  • Se quiser pode também colocar direto do freezer ao forno moderado (180º) por 15 minutos.
  • Ainda congelado pode ser levado diretamente na torradeira.

Segredos para cada tipo de casca:

  • brilhante - pincele com 1 ovo batido misturado com 1 colher ( sopa) de leite.
  • dourada - pincele com ovo e algumas gostas de café.
  • crocante - pincele com água.
  • macia - pincele com manteiga ou margarina derretida, ou mesmo com óleo, faça isso várias vezes enquanto assa.
  • dura - coloque uma assadeira com água fervente no chão do forno enquanto o pão assa.

Fonte aqui

Eu fiz e todos aqui em casa aprovaram!

Faça o seu também!

Receitinhas de pães caseiro::..

Pão Caseiro


Pão Caipira
Ingredientes:
1 kg de farinha de trigo
1 tabletes de fermento
1/2 litro de água levemente morna
1 colher (sopa) de banha
1 colher (sopa) de açúcar refinado
1 colher (chá) de sal

Pão Caseiro Enriquecido
Ingredientes:
1 tabletes de fermento
2 xícaras de leite levemente morno
2 colheres (sopa) de banha (melhor) ou manteiga
3 ovos
1 colheres (sopa) de açúcar refinado
1 colheres (chá) de sal
1 kg de farinha de trigo

Preparo:
Preparo das duas receitas acima:

  • Dissolva o fermento no açúcar refinado.
  • Junte o líquido, que deve estar quase frio.
  • Acrescente 1 xícara de farinha.
  • Deixe crescer 30 minutos em lugar tampado e sem vento (forno comum ou de microondas).
  • Junte os outros ingredientes.
  • Sove muito bem e com força.
  • Deixe crescer novamente até dobrar de volume.
  • Divida em dois e faça os formatos.
  • Coloque na assadeira (sem untar) que vai ser assado e deixe crescer novamente
  • Esses pães não ficam muito dourados por cima, verifique por baixo, quando estiver dourado está bom.
Fonte e imagens clique aqui

Boa tarde pra você meu querido leitor!
Rosane!




quinta-feira, 19 de junho de 2008

- Pão caseiro - HISTÓRIA DO PÃO -



1º- Pão caseiro rápido

Ingredientes::-

4 e 1/2 xícaras de chá de farinha de trigo
20 gr. de fermento
1 ovo inteiro
1/3 xícara de óleo
1 colher de sobremesa de sal
1 colher de açucar
2 xícaras de chá de leite morno

Modo de preparo::-

Bata no liquidificador todos os ingredientes menos a farinha. Despeje em uma tijela e junte a farinha e misture até a massa ficar bem lisa.
Unte bem as formas e deixe a massa descansar até dobrar de volume.
Aqueça o forno por 3 minutor, e coloque as formas para assar por 15 minutos em forno fraco e mais 15 minutos em forno médio. A hora que o pão dourar esta pronto.

2º- Pão Caseiro Simples

Ingredientes::-

02 ovos inteiros
meia xícara de óleo
2 xícaras de leite
4 xícaras de farinha de trigo
1 sachê de fermento para pão
4 colheres(sopa)de açúcar
1 colher(café) de sal

Modo de preparo::-

Bata todos os ingredientes no liquidificador,menos a farinha de trigo.
Coloque numa bacia, acrescente aos poucos a farinha de trigo, vá amassando com as mãos até que a massa fique homogênia e desgrude de suas mãos.
Coloque em forma untada com margarina e polvilhada com trigo, deixe descançar por duas horas, ou até que dobre de tamanho.
Ligue o forno 10 minutos antes de colocar,asse em forno quente por 30minutos ou até que fique dourado.





CURIOSIDADES DA VOVÓ RÔ

História do Pão


O pão é um alimento que resulta do cozimento de uma massa feita com farinha de certos cereais, principalmente trigo, água e sal. Seu uso na alimentação humana é antiqüíssimo. Pelas informações que se têm, a história mais remota do pão se origina em milhares de anos a.C., quando era feito com glandes de carvalho e faia trituradas, sendo depois lavado com água fervente para tirar o amargor. Em seguida, essa massa secava-se ao sol, e se faziam broas com farinha. Conta ainda a história que, antes de servirem para fazer pão, as farinhas, de diversos cereais, eram usadas em sopas e mingaus. Posteriormente se passou a misturar nas farinhas mel, azeite doce, mosto de uva, tâmaras esmagadas, ovos e carne moída, formando-se espécie de bolos, que teriam precedido o pão propriamente dito. Esses bolos eram cozidos sobre pedras quentes ou sob cinzas. Os primeiros pães também foram assados sobre pedras quentes ou debaixo de cinzas, datando, ao que consta, do VII milênio a.C. a utilização de fornos de barro para cozimento de pães. Foram os egípcios os primeiros que usaram os fornos, sendo atribuída a eles também a descoberta do acréscimo de líquido fermentado à massa do pão para torná-la leve e macia.
No Egito, o pão era o alimento básico. Segundo Heródoto, era amassado com os pés, e normalmente feito de cevada ou espelta, espécies de trigo de qualidade inferior. Os pães preparados com trigo de qualidade superior eram destinados apenas aos ricos. Com o pão no Egito também se pagavam salários: um dia de trabalho valia três pães e dois cântaros de cerveja. Os judeus também fabricavam seus pães na mesma época, porém não utilizavam fermentos por acreditarem que a fermentação era uma forma de putrefação e impureza. A Jeová só ofereciam pão ázimo, sem fermento, o único que consomem até hoje na Páscoa.
Na Europa o pão chegou através dos gregos. O pão romano era feito em casa, pelas mulheres, tendo passado, posteriormente, a ser fabricado em padarias públicas, surgindo, então, os primeiros padeiros. Isto teria acontecido, segundo o filósofo romano Plínio, o Antigo, depois da conquista da Macedônia, em 168 a.C. Na Antiguidade, os deuses - e os mortos - egípcios, gregos e romanos eram honrados com oferendas de animais, flores em massa de pão. Era comum, ainda, entre egípcios e romanos, a distribuição de pães aos soldados, como complemento do soldo, tendo perdurado este costume na Idade Média.

O Pão na Idade Média

Com a queda do Império Romano e da organização por ele imposta ao mundo, as padarias européias desapareceram, retornando o fabrico doméstico do pão na maior parte da Europa. O senhor feudal permitia apenas o uso do moinho e dos fornos. Voltou a se consumir, pela comodidade no fabrico, o pão ázimo, sem fermento e achatado, que acompanhava outros alimentos, como a carne e sopas. Nessa época, somente os castelos e conventos possuíam padarias. Os métodos de fabrico de pães eram incipientes e, apesar das limitações na produção, as corporações de padeiros já tinham alguma força. No século XVII, a França se tornou o centro de fabricação de pães de luxo, com a introdução dos modernos processos de panificação, apesar de desde o século XII já ser habitual o consumo de mais de vinte variedades de pães naquele país. Depois, a primazia no fabrico de pão passou a Viena, Áustria. A invenção de novos processos de moagem da farinha contribuiu muito para a indústria de panificação. Os grãos de trigo, inicialmente, eram triturados em moinhos de pedra manuais, que evoluíram para o de pedra movido por animais e depois para os movidos pela água e, finalmente, pelos moinhos de vento. Apenas em 1784 apareceram os moinhos movidos a vapor. Em 1881 ocorre a invenção dos cilindros, que muito aprimorou a produção de pães.

O Pão no Brasil

Conforme escreveu o sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre, o Brasil conheceu o pão no século XIX. Antes do pão, o que se usava, em tempos coloniais, era o biju de tapioca no almoço e no jantar a farofa, o pirão escaldado ou a massa de farinha de mandioca feita no caldo de peixe ou de carne.
Um cronista francês, L.F. Tollenare, viajando pelo interior pernambucano em 1816, registrou também que não era comum o uso do pão, sendo, por outro lado, prodigiosa a cultura do trigo principalmente em Campina Grande, Paraíba. Outras informações de viajantes estrangeiros em 1839 dão conta do completo desconhecimento da existência de pão pelos moradores do sertão nordestino, havendo até uma curiosa história a esse respeito. Contam que um matuto resolveu satisfazer sua curiosidade com relação ao pão, considerado finérrimo iguaria. Vin
do a Aracati, cidade cearense, próxima de Fortaleza, entrou em uma padaria, encheu o chapéu de pães e sentou-se à sombra de uma árvore. Pôs-se então a descascá-los, como se fossem bananas ou laranjas, comendo-os em seguida. Não gostando do paladar atirou-os fora, exclamando frustrado: "Isto não serve para nada”.No início, a fabricação de pão, no Brasil, obedecia a uma espécie de ritual próprio, com cerimônias, cruzes nas massas, ensalmos para crescer, afofar e dourar a crosta, principalmente quando eram assados em casa. A atividade da panificação no Brasil se expandiu com os imigrantes italianos. Os pioneiros da indústria de panificação surgiram em Minas Gerais. Nos grandes centros proliferaram as padarias típicas, sendo que na cidade de São Paulo até hoje existem, em alguns bairros, como por exemplo, no Bixiga, padarias que fabricam pães italianos muito apreciados.

O Pão e a Religião

O pão permeia toda a história do Homem, principalmente pelo seu lado religioso. É o símbolo da vida, alimento do corpo e da alma, símbolo da partilha. Ele foi sublimado na multiplicação dos pães, na Santa Ceia, e até hoje simboliza a fé, na missa católica - a hóstia -, representando o corpo de Cristo. Há os famosos pãezinhos de Santo Antônio, que ainda hoje são distribuídos aos pobres em várias igrejas no dia desse santo, 13 de junho, para serem guardados em latas. Acredita-se que o que estiver junto com esse pãozinho não faltará durante aquele ano. Esse costume português chegou até nós através dos jesuítas.
É de Portugal também a história de Santa Isabel, padroeira dos panificadores. Conta-se que, no ano de 1333, em Portugal, houve uma fome terrível, durante a qual nem os ricos eram poupados. Reinava, então, D. Diniz, casado com D. Isabel, uma rainha cheia de virtudes.
Para aliviar a situação de fome, ela empenhou suas jóias e mandou vir trigo de lugares distantes para abastecer o celeiro real, e assim manter seu costume de distribuir pão aos pobres durante as crises. Num desses dias de distribuição, apareceu inesperadamente o rei. Temendo a censura, ela escondeu os pães no regaço. O rei percebeu o gesto e perguntou surpreso:
- Que tendes em seu regaço? A rainha, erguendo o pensamento ao Senhor, disse em voz trêmula:- São rosas, senhor.O rei replicou:- Rosas em janeiro? Deixai que as veja e aspire seu perfume.Santa Isabel abriu os braços e no chão, para pasmo geral, caíram.Rosas frescas, perfumadas, as mais belas até então vistas.O rei Diniz não se conteve e beijou as mãos da esposa, retirando-se enquanto os pobres gritavam: Milagre, milagre! O dia de Santa Isabel é comemorado em 8 de julho.

Valor Calórico Pães e Massas -

Estima-se que o consumo de pães participe de aproximadamente 15% do consumo de energia diário. Pães e farinhas são boas fontes de energia, vitaminas do complexo B, tiamina, ácido nicotínico. Em alguns pães ocorre a adição de fibras, o pão preto, por exemplo, tem menos fibra do que o pão integral, porém mais do que o pão branco. A farinha branca, por exemplo, perde alguns nutrientes no processamento, mas através do processo de fortificação estas perdas são minimizadas. Em geral fortifica-se com cálcio, ferro, tiamina e ácido. Nicotínico. As massas apresentam perfil de nutrientes similar aos pães, pois são feitas a partir do trigo.

Nota:CARBOIDRATOS:

Sessões de exercício de alta intensidade e curta duração são características do treinamento de musculação. Nesta situação o organismo utiliza predominantemente os carboidratos como fonte de energia. Nas horas seguintes ao treinamento o corpo passa a ter um perfil anabólico, mas para este processo ocorrer efetivamente é necessária boa oferta de proteínas e carboidratos. Os carboidratos, neste momento, garantem que as proteínas exerçam sua função construtora, casos contrários, essas seriam utilizados como fonte de energia.Os carboidratos disponíveis na natureza podem ser separados em duas categorias, os complexos presentes nos pães, massas, cereais e batata, e os classificados como simples, presentes nos açúcares, frutas e verduras. Estes nutrientes devem contribuir com a maior parte do fornecimento de energia da dieta do atleta (60%) e apresenta uma densidade calórica de 4kcal/g de carboidratos consumidos.No geral, os pães, massas, cereais e batata são considerados como boas fontes de amido, fibras (variável), proteínas, vitaminas do complexo B e ainda alguns minerais. E baixo em gordura, vitaminas lipossolúveis e vitamina C. No entanto, dependendo do alimento poderemos encontrar uma distribuição de nutrientes diferente.