
Bom dia a todas(os)!
Ebaaaa!!! Até que enfim meus mimos de Natal ficaram prontos, mas ainda falta alguns que estou terminando e assim que acabar coloco aqui no bloguto.
Demorou umm pouco pois não ando lá essas coisas minha cabeça gira a mil por hora e uma das coisas que anda me fazendo e exatamente o trabalho manual.
Ma tristezas à parte eis minhas artes, espero que gostem.
Esse jogo de toalhas vai para a proprietária da agência de Teurismo onde minha princesa trabalha.
As caixinhas em latonagem para colocar Bolo de Natal ou
Caixinhas de fósforo a primeira foto são das caixas maiores e abaixo as pequeninas, junto estou preparando as velas estilo vintagen depois mostro.
Porta guardanapo em latonagem também.
As agendes revestidas em tecido e papel para as amigas do atelier
Toalhinhas de bandeja que pintei a mão falta dar o toque final
Trilho de mesa para o Natal
outro trilho apenas o detalhe
Pintado por mesma chic né???
Toalhinha de bandeja para a mamãe. Ela adora cerejas...
Esses crisântemos faz parte de um jogo para a sala de jantar de minha mãe. Mas os acabamentos ainda estou pensando em que fazer, não sei se coloco renda gripir, se mando para minha amiga Marlene que faz bordados à máquina como ninguém, se coloco um barrado em crochê....??? Dúvida cruel...!!!
É isso pessoas que eu amo, espero que tenham gostado. Ainda tem algumas coisinhas em fase de acabamento. Qaundo eu conseguir terminar mostro com carinho.
Para não fujir dessa minha mania de contos e histórias, deixo-vos essa que me faz recordar de minha infância, quando minha avó materna contava-me histórias para eu dormir.
Infelizmente ainda não tive esse prazer com meu Mateus, meu netinho que não vejo há mais de dois meses.
Saudades...doí de demais!!!
A vovó Rô, Mateus meu tesouro e a bisinha Nide no niver de 3 anos
A Avó
A avó, que tem oitenta anos,
Está tão fraca e velhinha! . . .
Teve tantos desenganos!
Ficou branquinha, branquinha,
Com os desgostos humanos.
Hoje, na sua cadeira,
Repousa, pálida e fria,
Depois de tanta canseira:
E cochila todo o dia,
E cochila a noite inteira.
Às vezes, porém, o bando
Dos netos invade a sala . . .
Entram rindo e papagueando:
Este briga, aquele fala,
Aquele dança, pulando . . .
A velha acorda sorrindo,
E a alegria a transfigura;
Seu rosto fica mais lindo,
Vendo tanta travessura,
E tanto barulho ouvindo.
Chama os netos adorados,
Beija-os, e, tremulamente,
Passa os dedos engelhados,
Lentamente, lentamente,
Por seus cabelos, doirados.
Fica mais moça, e palpita,
E recupera a memória,
Quando um dos netinhos grita:
"Ó vovó! conte uma história!
Conte uma história bonita!"
Então, com frases pausadas,
Conta historias de quimeras,
Em que há palácios de fadas,
E feiticeiras, e feras,
E princesas encantadas . . .
E os netinhos estremecem,
Os contos acompanhando,
E as travessuras esquecem,
Até que, a fronte inclinando
Sobre o seu colo, adormecem . . .
Olavo Bilac
Beijos de luz, paz, amor, fé e esperança!
Fiquem com Deus e por favor orem por mim!






















Tadinho do meu computador resolveu ficar com aminésia





































