
Nada melhor que uma boa e gostosa xícara de chá bem quentinho, muitoooooooos biscoitinhos, uma cadeira de balanço, uma manta bem quentinha e um bom livro, quer mais para se deliciar nesse friozinho gostoso??
Mas e as receitinhas....
Então confiram essas eu já as fiz e adoramos todos que em casa!
Imagem aqui
Beliscão de goiabada
Ingredientes
1 Kg de farinha de trigo
500 g de gordura vegetal
50 g de fermento para pão
250 ml de leite
1 pitada de sal
400 g de goiabada

1 clara de ovo
4 colheres de sopa de açúcar
Modo de Preparo
Esfarele o fermento e adicione o sal. Misture até ficar líquido.
Acrescente o leite e reserve.
Numa vasilha, coloque a farinha de trigo (reserve um pouco),
o açúcar, a gordura vegetal e o fermento reservado.
Misture com as mãos (neste momento acrescente a farinha reservada aos poucos).
Coloque sobre superfície lisa e trabalhe a massa.
Sobre superfície enfarinhada, abra porções da massa com o rolo.
Modele com um cortador redondo.
Ponha um pedaço de goiabada no centro.
Pincele clara de ovo nas bordas e una no centro do biscoito
(de modo que fique aparecendo a goiabada nas laterais).
Acomode-os em assadeira retangular (não precisa untar).
Leve ao forno a 180ºc por aproximadamente 20 minutos.
Biscoitinho de leite condensado e coco
Ingredientes
3 xícaras de chá de farinha de trigo (aproximadamente)
2 xícaras de chá de polvilho doce
1 lata de leite condensado
3 gemas
200 g de manteiga
1 colher de sopa de fermento em pó
100 g de coco ralado

1 pitada de sal
Raspas de limão
Modo de Preparo
Bata a manteiga na batedeira até ficar cremosa.
Sem para de bater, acrescente as gemas, uma a uma e em seguida o leite condensado,
o coco e as raspas de limão.
Retire da batedeira e misture o polvilho, a farinha, o sal e o fermento.
Amasse até desgrudar das mãos (se necessário, adicione mais farinha).
Abra a massa numa superfície enfarinhada e corte os biscoitos no formato desejado.
Coloque em uma assadeira untada e leve ao forno pré-aquecido por cerca de 20 minutos.
Aguarde esfriar e sirva.
Biscoito de polvilho azedo com queijo
Ingredientes
500 g de polvilho azedo
2 copos de água (200 ml)
1 ovo
1 copo cheio de óleo (200 ml)
Queijo ralado a vontade

Sal a gosto
Modo de Preparo
Despeje o polvilho em uma tigela.
Pegue uma colher de sopa de polvilho, e 1 copo de água,
coloque em uma panela, e mexer até virar uma goma.
Coloque a goma junto com o resto do polvilho.
Coloque o ovo batido, o sal, o queijo, e o óleo.
Quando colocar o óleo, dê uma mexidinha, depois vá colocando a água aos poucos,
até ficar uma massa dê para colocar na forma em colheradas.
Com o forno pré-aquecido, coloque as colheradas da massa na forma,
e leve ao fogo alto, por mais ou menos 35 minutos.
Biscoito de queijo
Ingredientes
3 copos de polvilho
3 copos de queijo ralado
1 copo de nata

3 ovos
2 colheres de sopa de óleo
1 colher de chá de pó royal
1 colher de sobremesa de sal
Modo de Preparo
Junte com o polvilho a nata, o óleo, o sal, os ovos e o pó royal.
Amasse bem.
Coloque o queijo e torne a amassar.
Se precisar coloque mais 1 ovo.
Bolachas de leite condensado
Ingredientes

4 ovos inteiros
1 lata de leite condensado
1 xícara de manteiga
1 xícara de açúcar
1 xícara de maizena
4 xícaras de trigo
2 colheres de chá de fermento
Modo de Preparo
Bata bem os ovos e misture os outros ingredientes.
Forme bolinhas e aperte com um garfo.
Asse em forno moderado.
Chipa
Ingredientes

2 xícaras de chá de polvilho
1 xícara de chá de queijo
1 colher de chá de sal
1 colher de sopa de fermento em pó
4 colheres sopa de manteiga
3 a 4 ovos.
Modo de Preparo
Coloque o polvilho numa vasilha, adicione manteiga,
sal, fermento, ovos e misture com as mãos.
Quando a massa ficar macia, adicione o queijo e misture.
Faça pequenas bolinhas com a massa e ponha numa forma.
Coloque para assar até ficarem dourados.
Biscoitão de polvilho
Ingredientes
- 1 kg de polvilho azedo
- 60 g de margarina
- 200 ml de leite
- Sal a gosto

- 40 g de queijo parmesão ralado fino
- 650 ml de leite frio
- 2 colheres (sopa) de óleo de milho
Modo de Preparo
Numa tigela, coloque 200 g de polvilho azedo.
Reserve o restante (800g).
Numa panela em fogo médio, misture 60 g de margarina, 200 ml de
leite, sal a gosto e 40 g de queijo parmesão ralado fino.
Deixe ferver.
Despeje a mistura quente no polvilho azedo da tigela (200 g) e
misture até ficar com consistência de farofa.
Acrescente aos poucos 650 ml de leite frio e o restante do
polvilho azedo reservado (800g) e vá trabalhando a massa com as
mãos (ou colher de pau), em movimentos rápidos até a massa ficar macia.
Regue na superfície 2 colheres (sopa) de óleo de milho e deixe
descansar em temperatura ambiente por cerca de 15 min.
Com o auxílio de um boleador de sorvete, retire porções da massa
e coloque numa assadeira.
Leve para assar em forno pré-aquecido a 200ºC por 28 min.
Retire do forno e sirva a seguir.
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Dicas da vovó Rô::-
Depois de pronto coloque seus biscoitinhos em potes herméticos,
eles ficaram por tempo cricantes e sempre fresquinhos.
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Curiosidades da vovó Rô::-
HISTÓRIA DO BISCOITO
O aperfeiçoamento dos biscoitos vem desde a idade da pedra até os tempos modernos.
Segundo as lendas, os antigos comiam grãos crus, moendo-os lentamente e triturando com os dentes, com isso surgiu a idéia de se amassar os grãos entre duas pedras, misturando água àquela massa e seca-la ao fogo, tornando-a numa pasta seca e dura.
Este processo, foi sem dúvida, um grande progresso no sistema alimentar do homem, embora não houvesse uma forma definida, devido o sistema de trituração, mas ao ser composto por outros componentes, começou a tomar sua forma, ao que seria semelhante a um pão duro, foi na verdade o precursor do que hoje chamamos de biscoito, bolacha, etc.
Os egípcios mostravam para a prosperidade, desenhos e formulações de vários tipos de bolachas secas, estando tão desenvolvidas que as castas nobres já dispunham de um tipo de biscoito ou bolachas secas (algo parecido com: " fabricado especialmente para..." ) Os primeiros biscoitos foram servidos adocicados (com mel, uma vez que o açúcar ainda não era conhecido) e eram objeto de gentileza para com amigos ou nobres, presentes, enfim. Na época, um especialista em fabricar os biscoitos podia ser comprado, alugado por dias, tomado à força, em resumo, era um objeto, um escravo de luxo. Isso porque o mister de fabricar pães, biscoitos e bolachas era um trabalho escravo que passava por gerações de uma mesma família.
A evolução do alimento foi um fator natural e as suas variedades especializadas foram sendo compostas.
O antigo viajante necessitava levar sua bagagem, o seu próprio pão, mas este tinha uma tendência a se deteriorar rapidamente, portanto o produto era cozido mais de uma vez e consideravelmente despojado de sua umidade.
" Biscoito" , foi o termo usado para descrever o pão cozido, duro, que se podia guardar sem estragar. A origem tem duas palavras francesas: "Bis" e " Coctus" , significando "cozido duas vezes".
O processo de fabricação era muito simples, tomava-se o pãozinho e se aplicava um duplo cozimento para tirar o excesso de umidade, assim evitava que o estragasse, após o cozimento do pão, deixava-o por um dia, em uma câmara seca, a fim de "secar a água", para conserva-lo.
O Biscoito deveria ser comido "somente após ter sido devidamente imerso em leite de cabra ou na sopa", seu provável tamanho e consistência devida torna-lo duro demais para os já modificados dentes do homem da época.
A forma que o pãozinho seco (biscoito) tomou foi a de um pequeno pastel recheado de carne, que era chamado de "pão do viajante".
A popularidade do "biscoito" aumentou, rapidamente, (em meados do século XVII), quando na Europa começou-se a adicionar chocolate ou chá ao biscoito. Criando o sabor e aroma, desde então para estimular as suas vendas, investiam-se os mais variados tipos de gostos e aromas. O progresso dos negócios dos biscoitos alertou as municipalidades para uma boa fonte de renda em taxas e impostos, sobre os já populares "biscoitos para chá" . Esta súbita oneração, determinou, em retorno, uma busca por métodos e modos mais econômicos e de maior rendimento; o início da industrialização.
A Inglaterra mostrou ser um bom mercado produtor e aí se fabricavam vários tipos de biscoitos muito saborosos e procurados; sua exportação foi iniciada para as suas colônias e logo, quase todas as cidades importantes dos Estados Unidos já consumiam o "biscoito para chá e café dos ingleses" . Nos seus primeiros anos de colônia não industrializada, os Estados Unidos não tinham condições de fabricar os biscoitos, mas reconhecendo a importância do mercado, importaram da Inglaterra os equipamentos necessários e deram início a uma florescente indústria de biscoitos. O passo seguinte, em razão da necessidade de fabricarem peças de reposição para as máquinas, foi logicamente à implantação, no norte, das indústrias para a fabricação de equipamentos de biscoitos.
Estava assim determinados os declínios das importações de biscoitos ingleses, e o início de, hoje poderosa, indústria norte-americana de biscoitos.
Daí em diante, a evolução se fez de forma acelerada; até o nome "biscuit", inglês, foi abandonado e os produtos americanos foram rebatizados de " cookies" (nome de origem holandesa).
Isto fez com que se criasse uma separação bem definida entre os tipos de biscoitos; os "cookies" eram os de paladar adocicados e os " saltines", o acentuado sabor salgado.
Os "cookies" eram "levantados" por ação química e os salgados eram " fermentados" por meios biológicos. Hoje se pode contar com mais de 200 tipos de biscoitos, com uma indústria altamente especializada, com formulações perfeitas, com um total controle do seu mercado e dentro de um processo de sofisticação muito desenvolvido.
O que havia começado com um trabalho escravo, ao tempo dos gregos, romanos e dos egípcios, hoje faz parte de um complexo industrial, dos mais importantes dentro do setor de alimentação.
